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Seguro viagem: benefícios e depoimentos de quem usou

Seguro viagem: benefícios e depoimentos de quem usou

O seguro viagem é exigido por países participantes do Tratado de Schengen, além de ser importante por oferecer inúmeros benefícios ao viajante

Por Karina Cedeño

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Embarcar para um destino com seguro viagem parece uma coisa óbvia, mas apenas 37% dos brasileiros fazem isso em suas viagens nacionais, de acordo com dados da GTA. O número é bastante baixo, considerando-se a quantidade de imprevistos que podem acontecer.

Mala extraviada, necessidade de atendimento médico, remédio ou cirurgia urgente são apenas alguns dos exemplos. E não é só isso: para liberar a entrada de visitantes, alguns países exigem a contratação obrigatória de um seguro viagem com cobertura mínima de € 30 mil.

É o que acontece em países como Portugal, França, Espanha e Alemanha, participantes do Tratado de Schengen. Não é que, necessariamente, vão querer ver sua apólice na imigração – mas se pedirem e você não tiver uma, podem negar sua entrada.

Isso sem falar que, ao viajar sem seguro, os custos dos imprevistos podem sair muito mais caros do que o valor investido na própria viagem. Com isso em mente, é hora de procurar um seguro viagem que mais se adeque às suas necessidades.

 

 

Mas por onde começar?

O primeiro passo é o viajante pesquisar se há exigência de seguro viagem no destino. Se houver, ele já terá um bom norte a ser seguido, pois no mercado há vários produtos já formatados para tal exigência.

“Outro ponto importante para o viajante é listar suas condições, necessidades e atividades na viagem. Se é gestante ou vai praticar esporte profissional, por exemplo. Tais condições estão inclusas em alguns produtos do mercado, já em outros é necessário incluir. Por fim, o ideal é o viajante contar com a ajuda de um profissional capacitado para escolher o plano ideal, como um agente de viagens ou corretor de seguros”, comenta o diretor operacional e de Produtos da Vital Card, Rafael Turra.

É fundamental, também, avaliar os itens de cobertura do plano a ser contratado. “O viajante deve ficar atento ao valor do capital assegurado (valor da apólice), pois dependendo dos riscos envolvidos em uma viagem, é interessante e mais seguro optar por uma cobertura maior. O valor gasto em determinado problema de saúde pode ultrapassar o valor investido na viagem. É importante saber se o atendimento será feito por uma central operativa ou pelo processo de reembolso. Muitos viajantes não se atentam às cláusulas do contrato”, destaca o diretor comercial da GTA, Gelson Popazoglo.

A opinião é a mesma da gerente de Produtos da Affinity Seguro, Valéria Pereira. “Há restrições em qualquer uma das contratações, por isso é importante que o consumidor tenha conhecimento do que está contratando para não ter surpresas”.

 

O risco do seguro de cartão de crédito

Caso o viajante opte por utilizar o seguro viagem de seu cartão de crédito, os riscos não podem ser ignorados, afinal, muitas vezes a cobertura oferecida não é suficiente.

“Neste caso, a única forma que os viajantes conseguirão entrar em contato com a seguradora é via telefone, fazendo uma ligação a cobrar (e se for via celular, o viajante pagará as despesas de roaming internacional). Agora imagine um viajante estando em outro país, tendo de descobrir como ligar a cobrar a partir de lá, ou, ainda, precisando ter uma linha habilitada em seu celular para uso internacional.

Hoje em dia, quem viaja quer ter a praticidade de acionar seu seguro pelo mesmo meio em que se comunica com seus familiares: aplicativos (seja WhatsApp ou outros) e wi-fi do hotel. Isso o usuário não encontrará nos seguros ofertados pelo cartão de crédito”, reforça Turra.

Cartão de crédito

Contar com o seguro viagem do cartão de crédito nem sempre é uma boa ideia (foto: shutterstock)

O segundo ponto de atenção é que a maioria dos produtos do seguro de cartão de crédito são básicos e não ofertam toda a gama de coberturas possíveis. Por exemplo, alguns não disponibilizam cobertura para o extravio de bagagem, que é uma das mais utilizadas.

Já o terceiro ponto se refere ao tipo do produto, que não é personalizável à necessidade do cliente. Se a pessoa necessitar de um limite de cobertura médica maior, não conseguirá aumentar.

 

Seguro viagem é investimento, não gasto

Cada vez mais o seguro viagem deve ser visto como item indispensável no checklist de uma viagem.

“O seguro custa por volta de 1% a 3% do total de um pacote de viagem, valor baixíssimo frente ao que garante. Despesas médicas nos Estados Unidos, por exemplo, são caríssimas, chegando a US$ 8.000 por um simples atendimento de emergência, e 3 dias de internação podem custar facilmente US$ 60.000. Algo que no Brasil talvez seja barato, simples, e solucionável, no exterior poderá ser justamente o contrário. Somando isso ao idioma e desconhecimento do local, provavelmente será um grande desafio para um viajante sem seguro”, salienta o o diretor operacional e de Produtos da Vital Card.

Aos poucos, a consciência dos viajantes em torno dessas questões vai melhorando. “Atualmente já existe uma mudança de comportamento em relação ao seguro viagem. Há mais ou menos uns 15 anos, incluir o seguro em um pacote ou até oferecê-lo ao consumidor era mais complexo.

Hoje em dia, até pela facilidade de obter informações sobre os acontecimentos do mundo pela internet, mídias em geral, televisão e outros meios, já é possível identificar que existe uma preocupação maior do consumidor com os possíveis imprevistos”, comenta a gerente de produtos da Affinity Seguro.

 

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O que mais é importante saber

O seguro viagem é regulado pela SUSEP, autarquia responsável pela regulação e fiscalização do mercado de seguros do Brasil, e hoje o produto deve possuir coberturas básicas obrigatórias, como Despesas Médicas (principal cobertura do produto), Regresso Funerário, Regresso Médico e Traslado Médico.

Além delas, a maioria dos planos hoje contemplam também cobertura para despesas por atraso de voo, por atraso de bagagem (que reembolsa despesas com roupas e artigos de higiene no caso de extravio de mala), a indenização no caso de extravio definitivo da bagagem, e também uma cobertura que começa a valer a partir da contratação do seguro, que é a de cancelamento de viagem.

“Essa cobertura visa garantir eventuais multas decorrentes do cancelamento da viagem, como por exemplo, por motivos médicos que impossibilitem o embarque. É fundamental que o cliente escolha o produto que possua a maior gama de coberturas inclusas, para não ser pego de surpresa”, finaliza Turra.

 


Confira a seguir alguns depoimentos de quem usou o seguro da Vital Card:

 

Raquel de Assis Freitas

“Passei muito mal em minha viagem para Miami. Liguei para a equipe Vital Card, que me atendeu imediatamente. O médico foi ao hotel em que estava hospedada logo em seguida, me atendeu muito bem e já deixou o medicamento que precisava. Não tenho dúvidas de que vou usar o seguro viagem Vital Card nas próximas viagens.”

 

Rosa Maria Torres do Valle

“Depois que me aposentei, aproveitei meu tempo para fazer algumas viagens. Resolvi ir para a Espanha conhecer novos lugares e fazer um curso de espanhol. Fui no final de março, início de primavera na Europa. Enfrentei temperaturas muito baixas, em torno de 0 grau. Peguei uma gripe muito forte, que evoluiu para faringite, sinusite e tive muita febre. Recorri ao seguro. Liguei para o atendimento, fui atendida em português, e logo foi enviado uma médica até onde eu estava. Ela me atendeu muito bem, examinou e receitou alguns remédios. Me sinto mais segura quando contrato seguro viagem, porque ninguém está livre de incidentes. O seguro ajuda a resolver diversos problemas quando estamos fora do país de origem.”


 

A seguir, os preços de atendimento médico no exterior, com e sem seguro, de acordo com tabela da Affinty Seguro:

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Tabela com valores de atendimento médico no exterior (fonte: Affinity Seguro)


 

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