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O que fazer em Pinhão, Portugal

O que fazer em Pinhão, Portugal

Pinhão é uma mistura histórica de vinícolas e restaurantes. Há quem queira visitar as produções do famoso vinho do Porto ou conhecer o Douro em cruzeiros fluviais

Por Tarcila Ferro

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Foi em Pinhão que me apresentei formalmente ao Douro. Espremida entre quintas e solares, a vila está no centro do Alto Douro Vinhateiro, coração vitivinícola de Portugal. É daqui que saem o aclamado vinho do Porto e versões de mesa do Douro, tão consumidos em todo o mundo. Em 2001, a região foi declarada Patrimônio da Humanidade pela Unesco. A visita ao Douro deve seguir o gosto do freguês. Há quem fique três dias por lá pulando de vinícola em vinícola; há quem fique um dia e concilie navegação com passeio a uma bodega.

Os visitantes que chegam de trem desembarcam em uma estação fofinha do século 19 decorada com azulejos retratando o trabalho com as uvas, desde o plantio até o transporte da bebida para as caves em Vila Nova de Gaia. O trem liga Porto ao Pocinho, passando por Pinhão e Tua. Mesmo se estiver de carro, programe-se para fazer uma paradinha ali para conhecer a estação.

Durante séculos, o transporte do vinho até Gaia foi feito pelos barcos rabelos, embarcações de madeira que hoje não navegam mais, apenas em dias comemorativos. Mas réplicas motorizadas sobem e descem o Douro nos cruzeiros turísticos. Navegar por ali é uma ótima forma para ver os campos de cultivo, os casarões das bodegas e as enormes placas que sinalizam de quem são aquelas terras. Há diversos tipos de tours, desde os mais simples de uma hora (€ 10) até os que levem um dia inteiro, com almoço e visitas aos vinhedos – os cruzeiros maiores geralmente partem do Porto ou de Régua (próxima a Pinhão). Optei pela versão compacta e durante 60 minutos fiquei com o vento fresco batendo em meu rosto enquanto passava uma sucessão sem fim de parreiras.

Estação de trem

Estação de trem em Pinhão (foto: divulgação)

Contemplei mais desse cenário entre o rio e as quintas dos janelões do restaurante DOC, um dos mais celebrados da região. O espaço é moderno e envidraçado, exatamente para ver o balanço das águas do Douro. Televisores colocados no salão mostram o trabalho de quem está na cozinha e um amplo deque de madeira que avança sobre a água é a pedida para um almoço nos dias mais quentes ou em noites enluaradas. O restaurante tem um cais que recebe até 15 barcos para os visitantes que chegam pelo rio.

A adega empolga mesmo quem não é muito entendido de vinhos, com mais de 640 garrafas – os grandes nomes do Douro estão ali, além de marcas internacionais. Rótulos da região ajudaram a harmonizar o almoço em cinco etapas – destaque para o tamboril com purê de trufa e molho de cacau e a coxa de pato confitada com risoto de cogumelos.

A visita ao Douro não é completa sem os passeios às vinícolas. Diversas quintas abrem para visitas agendadas que focam em mostrar cada etapa da produção, finalizando com a degustação. Na Quinta do Seixo, uma das nove quintas da Sandeman (entre as maiores produtoras de vinhos de Portugal), o passeio é conduzido por guias especialistas em vinhos usando a capa e o chapéu negros que caracterizam a logomarca da empresa – um homem trajando esse modelito (nada tem a ver com o Zorro!).

Sandeman (foto: shutterstock)

São 30 minutos de caminhada espiando a adega, o lagar automatizado (que substituiu o tradicional pisar das uvas por um sistema de compreensão computadorizado), a grandes tanques de inox e, por fim, a sala de degustação voltada para um lindo terraço com vistas sublimes para o rio e as plantações. Os valores começam a partir de € 12 (com prova de dois vinhos do Porto). Acabei fechando a opção com cinco tipos (€ 22), incluindo um Vintage, um Tawny, um Rugy, um branco e um LBV. A cada taça, um longo suspiro para a linda paisagem! Lembre-se: vinho do Porto tem teor alcoólico de 20%. Não dirija no dia da degustação.

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