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Campos do Jordão: para sair da rotina

Campos do Jordão: para sair da rotina

A cidade da Serra da Mantiqueira aposta no turismo de experiências, incluindo vinícola, cervejaria, circuitos na natureza e hotel design

Por Cristiane Sinatura

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Parque a cerveja

A nova atração de Campos do Jordão tem tudo a ver com a demanda cada vez maior por ambientes ao ar livre e com o crescente interesse dos viajantes por cerveja artesanal. Foi por isso que a Cervejaria Campos do Jordão renovou todo o espaço onde antes funcionava o restaurante Fazenda Lenz Gourmet para abrir seu complexo turístico, com muito verde, cantinhos de contemplação e até cachoeira. Do riacho que corta a propriedade, vem a água utilizada na produção da cerveja. Assim, o dia ali passa tranquilamente entre várias atividades de temática cervejeira.

O galpão da fábrica recebe visitas guiadas (R$ 61), que mostram o processo artesanal – mas com maquinário de ponta – e terminam com degustação de sete tipos de cerveja: lager, ginger (com gengibre), avelã, IPA, pinhão e dark strong ale. A guia explica inclusive sobre os rótulos diferentes de cada garrafa, que representam, de forma bastante pitoresca, os principais atrativos turísticos e naturais de Campos do Jordão e região.

Brew Kitchen

Outra forma de provar as cervejas feitas ali é no restaurante Alto da Brasa, expoente do conceito de brew kitchen, em que os pratos sempre vêm com uma sugestão de rótulo da casa para harmonizar. Isso quando não levam cerveja na própria receita, aliás. Assinado pela chef Michelle Peretti, o menu serve belas carnes grelhadas na brasa, como o prime rib, e sanduíches, como o choripán. E ainda inova na apresentação dos petiscos. Os pastéis, por exemplo, vêm pendurados em um varalzinho, e os camarões empanados chegam espetados em um suporte com palitos.

Querendo provar mais de um tipo de cerveja, uma boa pedida são as réguas com quatro amostras. Mas se a ideia é ficar sempre ao ar livre, a descontraída área externa, forrada com gramado sintético, aposta em mesas com ombrelloni e gazebos com sofás. Além disso, quem quiser ainda pode fazer um piquenique pela propriedade, abastecendo uma cesta com os petiscos e as cervejas do cardápio. No entanto, para comer no restaurante ou fazer piquenique, é preciso pagar a taxa de entrada do parque (R$ 52).

Para o fim da tarde, vale investir no ingresso do Mirante Mantiqueira, dentro do parque, cuja vista é um deslumbre. A partir da plataforma envidraçada que avança sobre o vale, o olhar se perde nas ondulações verdejantes da paisagem, tomada por montanhas, que fica ainda mais especial no pôr do sol. Até as 16h, o valor é de R$ 78 e dá direito à régua de degustação com quatro estilos de cerveja. Depois desse horário, sobe para R$ 106, incluindo um petisco e um chope, servidos no quiosque ao lado do mirante. Em ambas as opções de horário, coloque na conta, também, os R$ 35 para entrar no parque.

Restaurante em Campos do Jordão

Restaurante Bonanza Grill (foto: divulgação)

Circuito Alto Lajeado

Campos do Jordão tem apostado em rotas turísticas como forma de dar uma abordagem diferente a atrações já conhecidas do público, mesclando-as com novidades e sempre focando no quesito natureza. São percursos que o visitante pode conhecer no ritmo que desejar. O próprio Parque da Cerveja e o restaurante Alto da Brasa, por exemplo, fazem parte do Circuito Alto Lajeado, com atrações que distam, no máximo, cinco km entre si, ao longo de uma linda estrada com mirantes voltados para as montanhas. O foco é sobretudo em atividades na natureza, gastronomia, experiências de bem-estar e diversão para toda a família.

Percorrendo a rota, quem procura um restaurante com vista (uma das mais altas de Campos, por sinal), pode apostar no tradicional Bonanza Grill, que acaba de ser comprado pelo Hotel Toriba. Ainda que o menu esteja passando por reformulações, o carro-chefe continuam sendo as carnes argentinas e uruguaias preparadas na parrilla, como o ojo de bife e o bife de chorizo, com acompanhamentos à escolha. Em dias ensolarados, as melhores mesas são as do deque voltado para as montanhas, mas mesmo os salões internos de estilo rústico, revestidos em pedra e madeira, são dotados de amplas janelas panorâmicas.

Gastronomia no Toriba

O Hotel Toriba propriamente dito, que é um clássico na cidade e também compõe o itinerário, fica a três km de distância. É uma boa opção de hospedagem para quem quer curtir tranquilamente as atrações do Alto Lajeado, um pouco por dia. E mesmo quem não é hóspede pode agendar uma massagem no spa do hotel, que leva a chancela da marca francesa L’Occitane. Ou então aproveitar os seus famosos restaurantes, como o Pennachi, de comida italiana, e o Toribinha, especializado em fondue.

A adição gastronômica mais recente por ali é o Estação Toriba, logo na entrada do hotel. Um vagão de trem dos anos 1920 foi todo remodelado, preservando os ares vintage, para virar um restaurante de sanduíches artesanais e hambúrgueres. Os ingredientes locais dão sabor especial ao cardápio, que é enxuto, mas certeiro. O panino Mantiqueira leva queijo, shiitake e pesto de pinhão. Tudo produzido na região, cuja natureza serve também de cenário para a vista panorâmica no terraço aberto.

Para os pequenos

Outra atração pertencente ao Toriba, que faz parte do circuito e abre para visitantes em geral, é a Fazendinha, um sucesso entre a criançada (ingressos a partir de R$ 40; crianças de 3 a 10 anos pagam meia). Isso porque elas chegam pertinho de galinhas, coelhos, patos, javalis, cabras, porcos, ovelhas e porquinhos-da-índia. E ganham até cestinhas com ração e verdura para alimentar os animais. Trilha pelo bosque, área para piquenique e lago arrematam a propriedade de 300 mil m2, rica em vegetação nativa.

Se a vontade for de aventuras mais radicais, voltadas a todas as idades, o Tarandu é a pedida. O complexo rende um dia inteiro de diversão. Tem mais de 25 atrações, pagas de forma avulsa (a partir de R$ 45, mais o ingresso de R$ 35) ou combinadas em um passaporte (a partir de R$ 215). Tem desde brinquedos para crianças pequenas, como camas elásticas e paredão de escalada, até arvorismo, minigolfe, arco e flecha, cavalgada, escorregador radical e tirolesa. Pago à parte em qualquer modalidade de ingresso, o passeio de balão surpreende ao sobrevoar as paisagens da Mantiqueira.

Por fim, o parque Amantikir encanta com 28 jardins, enfeitados por mais de 700 espécies de plantas originárias de diversas partes do mundo (ingressos: R$ 60). Em todas as estações do ano, tem sempre algo especial para ver, de acordo com a florada de cada uma. Um dos destaques é o labirinto feito de arbustos, entre os maiores do gênero no mundo.

Hotel Toriba

Fazendinha Toriba (foto: divulgação)

Vinícola Villa Santa Maria

Não é preciso ir à Europa para ter um gostinho do enoturismo. Afinal, para quem é de São Paulo ou Minas Gerais, é uma alegria saber que a Serra da Mantiqueira vem se destacando como um fértil terroir para o cultivo de uvas viníferas. Existe um certo truque ali, para driblar o ciclo natural e fazer com que videiras produzam de forma mais eficiente. A técnica da dupla poda, desenvolvida pelo pesquisador Murillo de Albuquerque Regina, induz a maturação. Dessa forma, consequentemente, estimula a colheita das uvas a acontecerem durante o inverno. Assim, aproveitam-se os dias secos e ensolarados, seguidos de noites frias, com boa amplitude térmica – em semelhança ao clima mediterrâneo. Disso nascem então os chamados vinhos de inverno, que já estão conquistando premiações internacionais. Entre eles, os da vinícola Villa Santa Maria, por exemplo, em São Bento do Sapucaí, a 40 minutos de carro de Campos do Jordão.

A iniciativa surgiu despretensiosamente, quando, nos anos 2000, a arquiteta Célia Pinotti Carbonari e o marido Marco Antonio Carbonari compraram um pedaço de terra aos pés da icônica Pedra do Baú, símbolo da região, e ali resolveram plantar as primeiras videiras. As experimentações foram dando certo, com posteriores expansões de terra e contratação de mão de obra. Acabaram resultando em uma vinícola não apenas produtiva, como também aberta ao enoturismo. A linha de vinhos Brandina hoje se ramifica em seis rótulos, entre tintos, brancos, rosés e espumantes, feitos com as uvas Chardonnay, Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Sauvignon Blanc, Merlot, Syrah e Viognier.

Sabores da Villa

No complexo enogastronômico que acompanha os vinhedos, a Villa Santa Maria reúne jardins, cachoeira, amplos gramados e um lago. Nesse cenário, oferece degustação de seus rótulos, junto ao sommelier da casa, Christian Pinotti, e visita aos parreirais e à cave (R$ 50). Não há tour guiado para ver a produção do vinho propriamente dita, já que as uvas colhidas ali são levadas para processamento em Minas Gerais.

Mas a melhor parte, e mais saborosa, é o restaurante da vinícola, a Bruschetteria da Villa, que tem mesas ao ar livre, ao redor de um jardim com espelhos d’água, além de uma arejada varanda. Começou servindo apenas bruschette (deliciosas!) e hoje aposta no menu sazonal, com três opções de entrada, prato principal e sobremesa (R$ 180 ou R$ 240 harmonizando com os vinhos da casa). Os ingredientes regionais são a prata da casa, aliás. Vide a truta assada com vinagrete de feijão e farofa de castanha e as bruschette com o Queijo do Baú, produzido no Sítio Santo Antônio, bem em frente à vinícola e também aberto para visitação, com agendamento prévio.

Na Santa Maria, ainda dá para reservar um piquenique recheado com as delícias do restaurante e os vinhos Brandina. Estes estão à venda na loja do complexo (por preços entre R$ 99 e R$ 399), junto a mel, suco de uva, molho de pimenta, vinagre e hidromel, tudo produzido ali também. Para fazer qualquer atividade, mesmo que seja só almoçar, é preciso marcar com antecedência.

Rota dos Vinhos da Mantiqueira

A Villa Santa Maria não está sozinha quando o assunto são vinhos na Mantiqueira. A região entre Campos do Jordão e São Bento do Sapucaí é tão promissora nesse segmento que já ganhou até uma rota turística para chamar de sua, com direito a “passaporte”para ir riscando as atrações da lista conforme o visitante as conhece. É a Rota dos Vinhos da Mantiqueira, que nasceu no final de 2020, com o intuito de fomentar a retomada do turismo local, aproveitando o grande potencial vitivinicultor. Além da Santa Maria, outras três vinícolas compõem o roteiro, que se espalha ao redor da Pedra do Baú.

Vinícolas

A 18 km de Campos do Jordão, fica a Raízes do Baú, que funciona na fazenda Portal da Luz. Ali a principal plantação sempre foi de castanha portuguesa, que até hoje rende desde doces até cerveja artesanal. Já a produção de vinho, de uvas colhidas tanto no inverno como no verão, começou oficialmente em 2010. Hoje são mais de 9 mil pés, de nove espécies diferentes, que dão origem aos vinhos Nébula (espumante), Baú 9.4 Syrah, Monolithus Viognier e Monolithus Meio a Meio Syrah & Cabernet Sauvignon. Os vinhedos são apresentados aos visitantes em tour guiados, com degustação (R$ 95). Outros programas bacanas são os piqueniques no lago ou nos próprios parreirais, com produtos feitos na fazenda (a partir de R$ 95 por pessoa), e os cursos sobre vinho. Todas as experiências devem ser agendadas previamente.

Já a vinícola Entre Vilas, a 20 km de Campos, iniciou sua produção em 2006, com pés de Cabernet Sauvignon, Cabernet Franc, Shiraz, Malbec e Pinot Noir, a 1.600 m de altitude. De sexta a domingo, seu restaurante de slow food abre para reservas no almoço, com menu de seis etapas (R$ 240, vinhos cobrados à parte), preconizando o uso de ingredientes locais. Quem quiser estender a experiência ainda pode reservar diárias na casa de campo que fica na propriedade, para até dez pessoas. Os agendamentos são feitos pelo site da vinícola.

Por fim, a Bela Vista, caçula da turma, começou com os primeiros pés em 2020, com a premissa de ser a vinícola mais alta do Brasil, a 1.785 m de altitude. Sua programação turística ainda está em preparação e deverá oferecer tour pelos vinhedos, passeio off road e piquenique, a ser atualizada no perfil instagram.com/vinicolabelavista.

Oliveiras

Para incrementar o roteiro gastronômico e ir além dos vinhos, a rota engloba também a Oliq, que, desde 2009, aproveita o clima da Serra da Mantiqueira para produzir azeite. Os pomares contam com sete tipos de oliveiras, num total de 10 mil árvores, que resultam em azeites já premiados, como o Seleção, por exemplo. A mais ou menos 1h20 de Campos do Jordão, os olivais e o lagar abrem para tours guiados com degustação (R$ 39, sob reserva). Na lojinha, estão à venda os produtos feitos na região, incluindo azeites saborizados, geleias, cafés e doce de leite.

A novidade fica por conta do restaurante, que mescla a culinária do interior paulista com as tradições milenares do azeite. O menu muda a cada estação e preza por ingredientes regionais, muitos vindo da própria horta. Alguns destaques são as carnes feitas na parrilla, a truta salmonada, o assado de cordeiro, a polenta rústica, o bolinho de bacalhau e o pastelzinho com massa de milho e recheio de linguiça. As reservas para visitas e almoço são feitas no site.

Azeite Oliq

Produtos Oliq (foto: divulgação)

A nova cara de Campos

Visto de fora, parece mais um hotel com aquela arquitetura de inspiração europeia que predomina em Campos do Jordão, mas basta entrar para se sentir em um descolado hotel design de uma estação de esqui alpina. O prédio dos anos 1940, que antes abrigava o Hotel Orotour, passou por uma repaginação total, dando origem, há pouco mais de um ano, ao Ort Hotel. A nova decoração busca inspiração no trabalhodo designer francês Philippe Starck para trazer toques de cor e descontração aos interiores, em um contraponto ao sóbrio estilo bávaro da fachada. Tudo, certamente, rodeado pelas paisagens da Mantiqueira.

Na nova identidade visual, a essência de Campos do Jordão permanece, mas agora com um nível de contemporaneidade bastante raro no destino. O que não quer dizer, necessariamente, uma ostentação de luxo. Isso porque a madeira, em paginações mais rústicas, compõe a base do décor, junto às paredes escuras. A presença do couro, das mantas e dos tapetes aquece, enquanto o mobiliário de design e as obras de arte enriquecem.

Essa estética começa já na entrada, onde as peças centrais são um tronco de madeira convertido em mesa e uma bicicleta vintage. Em seguida, continua na recepção, que é vigiada pelo imponente retrato de um carneiro, e nos diversos ambientes da área comum, como o bar que recebe shows intimistas à noite (repare no forro adornado com estacas de madeira) e a sala de leitura dominada por um marcante sofá vermelho (uma das únicas heranças de mobiliário do antigo hotel, já eleito como cenário preferido dos hóspedes para as fotos de Instagram).

Estrutura

Ao todo, são 61 quartos e quatro chalés. As categorias de acomodação são várias, algumas com varanda voltada para o jardim e dotadas de uma exclusiva banheira talhada em tronco de madeira. Nos apartamentos, a opção com dois ou três quartos é ideal para famílias ou grupos de amigos. O quarto Premier, que é o tipo mais básico, tem 20 m2 e oferece as mesmas comodidades das categorias superiores, como piso aquecido no banheiro, enxoval de algodão egípcio, cama king size e cosméticos customizados pela marca Mahogany. Já o melhor dos chalés (que aqui são chamados de Berg Haus) tem 175 m2, incluindo cozinha, jardim e lareira externa.

Quando o assunto é gastronomia, o enredo contemporâneo segue presente no restaurante Küche, que destaca pratos típicos da Suíça, da Áustria e da Alemanha, sem abrir mão dos toques locais e da apresentação atualizada. Assim, o macarrão spätzle e o schnitzel (bife empanado), comuns nos restaurantes europeus de montanha, dividem espaço com o risoto de pinhão e com a truta, ingredientes típicos da Mantiqueira.

Para ter uma amostra variada das especialidades, uma boa aposta é o menu de sete tempos, com ares de alta gastronomia e harmonizado com vinhos. À noite, a incontornável fondue dá as caras (estamos em Campos, afinal), inclusive na versão com queijos locais. É gostoso reservar o jantar ao ar livre, junto à fogueira ou então no firepit, com mantas para ajudar a esquentar. Já o restaurante Ópa vai buscar inspiração na Itália para servir massas no almoço e pizzas no jantar. Os dois restaurantes são abertos também a não hóspedes.

Lazer

Focando em experiências de bem-estar, o Ort destaca como um seus trunfos o espaço Natur, um deque escondido em meio à vegetação fechada, com piscina ao ar livre, a 42 ºC. Aulas de ioga e meditação estão disponíveis no espaço, exclusivo para adultos. O relaxamento continua no Berg Spa, com cosméticos à base de ingredientes da Mantiqueira, em tratamentos individuais ou a dois. Saunas seca e úmida, quadras de tênis, beach tennis e poliesportiva completam as opções de lazer. Para explorar a propriedade, há trilhas, empréstimo de bicicleta, passeio a cavalo e em UTV (mistura de carro com quadriciclo). Da horta saem alguns insumos usados na cozinha do hotel. Além disso, futuramente, há planos para a produção local de azeite, a partir das oliveiras que estão sendo plantadas, já adultas, na propriedade.

Por outro lado, as crianças, que são muito bem-vindas, contam com sua própria piscina coberta e aquecida, além de uma fazendinha onde podem interagir com animais. A brinquedoteca, que tem até parede de escalada, está em fase de construção, em estilo escandinavo. No Ort, afinal, há sempre um toque de design. Mas tudo bem se bater aquela saudade da Campos do Jordão clássica. Não parece, mas o centrinho de Capivari está a apenas dez minutos de carro. Porque nada é mais democrático que a combinação entre moderno e tradicional.

Hotel em Campos do Jordão

Ort Hotel (foto: divulgação)

Ort Hotel

R. Eng. Gustavo Kaiser, 165, Vila Natal, Campos do Jordão, SP. Diárias a partir de R$ 630, em dias de semana, na baixa temporada. orthotel.com.br

 

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