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Cairo: o que fazer na capital do Egito

Cairo: o que fazer na capital do Egito

Cairo é gigante, tem quase 20 milhões de habitantes e não causa estranhamento a quem está acostumado a São Paulo – com a diferença de que o trânsito na capital do Egito consegue ser um tanto mais caótico

Por Cristiane Sinatura

Cairo, egito
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Obs: antes de viajar para o Cairo é importante saber que, para ingressar no Egito, viajantes brasileiros devem apresentar teste PCR impresso e negativo para a Covid-19, emitido no máximo 96h antes do embarque.

Além disso, o resultado deve ter o carimbo do laboratório responsável ou, então, um QR Code. Tal medida não vale para menores de 6 anos e para aqueles que têm como comprovar que tomaram as duas doses da vacina (ou vacina de dose única) pelo menos 14 dias antes do embarque.

No momento, todas as vacinas aplicadas no Brasil são aceitas no Egito.


 

Cairo: o pontapé inicial 

Começar a viagem ao Egito pelo Cairo é essencial, pois cria um embasamento para tudo o que o país vai proporcionar no restante do roteiro. A cidade é gigante, tem quase 20 milhões de habitantes e não causa estranhamento a quem vive em São Paulo – com a diferença de que o trânsito no Cairo consegue ser um tanto mais caótico.

E também, na capital do Egito, o Rio Nilo é a artéria central e tudo funciona melhor às suas margens (assim tem sido no país há milhares de anos, afinal). Portanto, os melhores hotéis estão sempre perto da água – o que também lhes garante vistas surpreendentes – e próximos à região central. Isso já responde também à dúvida frequente sobre onde se hospedar: redes como Sheraton, Marriott e Conrad dão acesso fácil à Praça Tahrir, o epicentro das manifestações da Primavera Árabe.

Cairo

Um panorama da capital do Egito com as pirâmides ao fundo (foto: shutterstock)

 

Conhecendo os museus

É na praça que fica também o primeiro ponto do nosso roteiro: o Museu Egípcio, com uma rica coleção de artefatos arqueológicos de vários períodos da história local. Bem, é verdade que grandes estrelas do Egito Antigo hoje estão expostas em outros lugares do mundo, como Nova York, Londres, Paris e Berlim. Então, se você já visitou alguma dessas cidades para ver a Pedra de Roseta ou o busto de Nefertiti, pode não se impressionar tanto com o acervo de 120 mil peças do museu do Cairo.

 

Na ala das múmias

Nesta área você não poderá tirar fotos e por lá há várias múmias de faraós, incluindo a de Ramsés II, o governante mais poderoso da história egípcia (prepare-se para ouvir falar muito deles nas próximas páginas).

Também é interessante conhecer os objetos da tumba do nobre Yuya e sua esposa Thuya (cerca de 1400 a.C.), bem como a sala de Aquenáton. Trata-se do rei marido de Nefertiti que substituiu o politeísmo por um deus único e inaugurou uma nova estética para as artes, como sua própria estátua que mescla traços masculinos com femininos. No restante do museu, você vai ver esculturas, joias, sarcófagos, utensílios, camas de mumificação e papiros (incluindo o Livro da Morte, o maior já encontrado, com 20 metros de extensão).

 

Para fotografar, tem que pagar

Para conhecer a ala das múmias ou ter permissão para fotografar, o visitante tem que pagar além do ingresso convencional.

 

Museu faraônico

Recentemente, um novo museu de arquitetura bastante moderna passou a abrigar a coleção de Tutancâmon na íntegra. É o Grande Museu Egípcio, que fica bem perto das pirâmides e é o maior museu arqueológico do mundo. Ele abrange a coleção de tesouros encontrados na tumba de Tutancâmon, a única que permaneceu intacta, sem nenhum tipo de saque. Ao todo, existem 5.400 peças, mas menos da metade está em exibição. Entre os destaques, está a imponente e famosa máscara de ouro pesando 11 quilos que adornava a múmia do jovem faraó (que não está  no museu, mas chegaremos a ela ao longo desta viagem).

 

De frente para as pirâmides do Egito

Pois bem, estamos quase chegando a elas, as tão aguardadas pirâmides. Mas antes, vamos dar alguns toques importantes e fazer duas paradas no caminho. O ideal é que o turista não faça a visita no mesmo dia que o museu, pois há outras coisas para ver na região dos monumentos mais faraônicos do Egito – que, por incrível que pareça, não ficam isoladas no meio do deserto, mas sim bem coladas à feiosa cidade de Gizé, na região metropolitana do Cairo e a cerca de 20 km do centro da capital.

Você até pode pegar um táxi/Uber para chegar lá e fazer o passeio por conta. Mas, de novo, contar com o apoio de serviços locais facilita o transporte e o entendimento, com o bônus de conhecer também Mênfis e Sakkara. De quebra, um guia vai saber indicar os melhores lugares para fotos e vai ajudar a reduzir o assédio dos vendedores ambulantes.

 

Iniciando o passeio rumo às pirâmides

A bordo do ônibus da Eagle Travel, o dia de passeio às pirâmides começa com Mênfis, sítio arqueológico que remete à antiga capital no norte do Egito, a 30 km do Cairo. A fundação começou na primeira dinastia de faraós, cerca de 3100 a.C. Hoje ela nada mais é que um museu a céu aberto com algumas das ruínas encontradas na região, entre pedaços de colunas e esfinges completas.

O grande destaque fica por conta da estátua colossal de Ramsés II, que reinou por volta de 1213 a.C.. Ele se tornou um dos mais poderosos faraós egípcios por conta de um grande legado de monumentos. Sua estátua exposta em Mênfis, deitada dentro de uma sala, pois não tem parte das pernas e dos pés, media originalmente 13 metros de altura e pesava 125 toneladas.

Estátua de Ramsés II

Estátua de Ramsés II (foto: shutterstock)

 

Próxima parada: Sakkara

Em seguida, o tour segue de ônibus para Sakkara, um grande sítio arqueológico onde funcionava a necrópole de Mênfis, reunindo uma série de tumbas. O lugar é importante porque nele foi construída a primeira pirâmide da história egípcia. E ela segue de pé, ainda que não em todo seu antigo esplendor de calcário branco.

É a pirâmide escalonada do faraó Djoser, obra do arquiteto Imothep em 2650 a.C. e feita com sobreposição de degraus, originalmente com mais de 60 metros de altura. Não dá para entrar, mas quem espia por um orifício na parede dá de cara com a réplica de uma estátua em tamanho real do faraó. À frente da pirâmide, uma grande esplanada servia para eventos como aquele que deveria provar que o rei ainda tinha força após 30 anos de governo, com uma série de rituais e provas.

Outros dois pontos interessantes para visitar no sítio de Sakkara são a tumba de Kagemni e a pirâmide do rei Teti. A primeira pertenceu a um nobre da sexta dinastia e seu túmulo preserva muitas pinturas em cerca de 30 salas que retratam a vida cotidiana da época, com cenas de dança, caça, pesca e gado. Logo ao lado, algo que parece ser um mero monte de areia e pedra é, na verdade, uma pirâmide na qual é possível entrar e ver não apenas o teto pintado de azul com estrelas, mas também o sarcófago vazio do faraó Teti, de aproximadamente 2330 a.C. – depois de passar, meio que agachado, por uma íngreme descida em um corredor claustrofóbico, vale dizer.

 

Chegando às pirâmides de Gizé

Mas isso tudo é apenas uma introdução ao momento mais esperado do dia: a chegada às Pirâmides de Gizé, as mais emblemáticas entre as cento e poucas já descobertas no Egito. A surpresa de ver uma delas pela primeira vez, despontando ao fundo de uma rua caótica na cidade de Gizé, arranca exclamações de todos os passageiros no nosso ônibus.

O impacto de ver de perto, então, é tremendo – não há qualquer chance de a gente se decepcionar por ter criado expectativas demais. Elas são muito mais monumentais do que supõe qualquer imaginário turístico. Se a sua abstração permitir, vai ficar ainda mais impressionante imaginar que elas eram revestidas por uma camada reluzente de calcário branco. E vai ficando mais e mais complexo: existe até mesmo uma teoria defendendo que a distância entre as três pirâmides é proporcional à posição das estrelas Três Marias.

Vista deslumbrante das pirâmides de Gizé

Vista deslumbrante das pirâmides de Gizé (foto: shutterstock)

 

Como foram construídas as pirâmides?

Bassam, nosso guia, bem que tenta explicar como se deu a construção das pirâmides (rampas? Animais? Areia molhada?), mas no fim nada fica muito claro. Ele diz também que os trabalhadores envolvidos na construção eram pagos (cerveja conta como salário, não?) e eram sobretudo camponeses que, durante a cheia do Nilo, não tinham trabalho nas plantações. Escravos faziam o corte e o transporte das pedras, que vinham da cidade de Assuã, no sul do país, navegando pelo Nilo. Enfim, cada um fica livre para aceitar a teoria que quiser.

Quéops, a maior e primeira delas, chegou a alcançar quase 150 metros de altura – o que equivale a um prédio de 50 andares – e foi feita com mais de 2 milhões de blocos de pedra encaixados, pesando até 15 toneladas cada um.

Isso tudo no ano 2550 a.C. Não à toa, é a única das sete maravilhas do mundo antigo ainda de pé. No interior da pirâmide, porém, dá para entrar com bilhete extra onde saqueadores fizeram uma porta no século 9. Mas não  há muito que ver, exceto os corredores estreitos e salas vazias. Saqueados há milhares de anos, os tesouros nunca foram encontrados. Ao lado, um museu expõe uma reconstrução de um barco de madeira achado nos arredores da pirâmide para o faraó usá-lo no pós-vida.

 

Continuando o passeio

A segunda pirâmide é do faraó Quefrén, filho de Quéops. Ela conserva em seu topo trechos de revestimento original e seu interior nem sempre está aberto para visitas. Por fim, a última pirâmide da tríade é a de Miquerinos, neto de Quéops. Apesar de ser a menor, foi também a mais cara, pois ganhou camada parcial de granito, que hoje já não existe mais. Três pirâmides menores a rodeiam e teriam sido feitas para esposa e filhos de Miquerinos.

O ônibus faz uma parada estratégica no melhor mirante para tirar fotos do complexo e então segue até a Grande Esfinge. É uma figura mitológica com rosto humano e corpo de leão que, aqui, acredita-se representar o faraó Quéfren. Talhada em um único bloco de pedra com 20 metros de altura e 70 de comprimento, servia de proteção para as pirâmides e permaneceu soterrada na areia por muito tempo, tendo sido completamente escavada apenas no século 20. Ela tem sinais aparentes de deterioração – parte de sua barba, por exemplo, encontra-se exposta no British Museum, em Londres. À noite, vale dizer, as pirâmides viram cenário para um show de luzes e projeções.

 

Tour turbinado no Cairo

Em tours contratados com agências, o dia de passeio pelas pirâmides pode incluir também visitas a uma loja de tapetes, tradição artesanal e milenar em Sakkara, e a uma loja de papiro, o papel resistente feito de uma planta aquática desde os tempos do Egito Antigo. Nosso almoço ficou por conta do restaurante Andrea El Mariouteya, perto das pirâmides, que tem um gostoso pátio ao ar livre com vista panorâmica para o Cairo. A especialidade ali é o galeto assado na brasa à vista do cliente, complemento perfeito para as entradinhas típicas da culinária árabe, como charutinho, almôndegas e pastinhas com pão pita, também feito ali, e afins.

 

Desta vida, tudo se leva

Na época da construção das pirâmides, o curso do Rio Nilo era diferente, de forma que passava bem próximo a elas. Logo às margens, havia um templo de mumificação, onde o corpo do faraó era preparado em cerca de 70 dias. Sob supervisão do deus da morte Anúbis, uma equipe de sacerdotes retirava os órgãos vitais (puxavam o cérebro pelas narinas) e os colocava em jarros para que pudessem ser reutilizados pelo faraó na vida após a morte.

O coração permanecia dentro do corpo, pois se acreditava que seria pesado no julgamento do deus Osíris, usando uma pluma de avestruz como comparação para avaliar a bondade do morto. Então, desidratavam o corpo com o uso de sais, o preenchiam com materiais específicos e perfumavam com óleos essenciais.

Depois de enfaixado com panos de linho, ele seguia em uma procissão pela avenida de cortejo até o templo funerário, onde acontecia o “velório” antes de o levarem para o interior da pirâmide. Ali, junto ao sarcófago, ficavam todos os tesouros que o faraó levaria para o pós-vida – sempre saqueados ainda em tempos remotos.

 

Visitando as pirâmides sozinho

Um único ingresso dá acesso ao complexo das pirâmides + esfinge, e você pode comprá-lo na bilheteria da entrada. Para ver o interior delas, porém, deve-se ter um bilhete à parte. O lugar é grande e ir de um ponto a outro demanda boa caminhada sob sol quente. Por isso, pode ser uma boa negociar uma diária com o motorista que o levou até lá. Isso permite também incluir Mênfis e Sakkara no trajeto (peça indicações na recepção do seu hotel).

Por fim, outro meio muito comum de se locomover entre as pirâmides, o mirante e a esfinge é a cavalo ou camelo – a oferta é grande e o preço oficial é de 100 libras por meia hora, mas isso varia de acordo com as suas habilidades para negociar.

 

Alá, Jesus e Moisés juntos e misturados

Das múltiplas divindades do Egito Antigo vamos para o único deus aceito atualmente na religião predominante no país. Os árabes tomaram o país no século 7º e daí vem a herança islâmica que domina não só a religião, mas também a arquitetura do Egito.

É o que se vê no Cairo Antigo, o centro histórico amuralhado (também chamado de Medina) que remete ao século 10º. Ali, nos arredores da Rua Muizz, espremem-se mesquitas, madraças (escolas que ensinam o Alcorão), mausoléus, comércios, restaurantes e casas de estilo tradicional. Todo esse bagunçado conjunto medieval é Patrimônio da Humanidade da Unesco.

 

Pausa para umas comprinhas

Não há como passar batido pelo centro nervoso dessa região, o Khan El Khalili, autêntico souk (mercado árabe a céu aberto). Lá há centenas de lojas e barracas vendendo lenços, trajes típicos, suvenires, luminárias, pratarias, especiarias, as onipresentes camisetas de futebol estampadas com o nome do venerado jogador Mohamed Salah e por aí vai.

Esse é o melhor e mais barato lugar de toda a viagem para comprar, sempre tendo em mente que pechinchar é de lei. De noite, fica tudo mais interessante e movimentado. Afinal, é quando os minaretes das mesquitas ganham iluminação especial. Para comer, o restaurante Naguib Mahfouz é bastante tradicional. Porém, é bom se preparar para o fumaceiro de narguilé (ou shisha, como chamam por aqui) que toma praticamente todos os estabelecimentos do Egito.

O mercado árabe Khan El Khalili

O mercado árabe Khan El Khalili (foto: shutterstock)

 

Passeando em Saladino

A incursão pelo Cairo islâmico continua na Cidadela de Saladino, fortaleza fundada no século 12 pelo sultão que lhe dá nome, o primeiro do Egito. No alto de um morro, ela foi a sede do governo por cerca de 700 anos. Seu cartão-postal é a Mesquita de Alabastro, construída por volta de 1840 para competir com a Santa Sofia de Istambul, na Turquia.

É a mais bem conservada do Cairo e os turistas podem visitá-la desde que estejam de pés descalços e roupas apropriadas. Joelhos e ombros devem estar cobertos, mas lenço na cabeça para as mulheres não é obrigatório. No pátio dessa mesquita fica o relógio dado pela França em troca do obelisco de Luxor, que hoje enfeita a Praça da Concórdia, em Paris. O presente francês, porém, nunca funcionou. Foi do alto da cidadela, aliás, que a vista do Cairo me provocou aquele momento de epifania que abre esta reportagem.

 

A influência do cristianismo

Mas nem só o islamismo marca presença no Cairo. O cristianismo habita as vielas da cidade velha graças à Igreja Ortodoxa Copta de Alexandria, criada por São Marcos no século 1º. O coração copta do Cairo fica a cinco km da Cidade de Saladino, ocupando a antiga Fortaleza de Babilônia, obra romana do século 1º (mas sem ligação com a cidade homônima da Mesopotâmia). Ali ficam o Museu Copta e a Igreja Suspensa. Para cristãos em geral, o lugar mais emblemático para se visitar é a Igreja de São Sérgio e São Baco (Abu Serga), do século 4o.

Em uma gruta nos subterrâneos do templo, a Sagrada Família teria se escondido da perseguição romana por três meses, logo após o nascimento de Cristo. É possível visitá-la por dentro e também ver o poço onde eles bebiam água. Uma placa do lado de fora da igreja, aliás, mostra a rota que Maria, José e Jesus teriam percorrido pelo Egito e que hoje é um conhecido caminho de peregrinação religiosa.

Bem próximo, fica ainda um símbolo da presença judia no Cairo: a sinagoga Ben Ezra. Dizem que naquele exato ponto, onde antes passava o Rio Nilo, a filha do faraó encontrou o bebê Moisés. E assim, devidamente apresentados às várias fases da história egípcia, estamos aptos a mergulhar ainda mais fundo nas águas do Nilo. Mas esse é assunto para o nosso próximo roteiro.

 

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