A maior ilha do mundo, a Groenlândia combina natureza extrema, autonomia política dinamarquesa e crescente interesse geopolítico dos Estados Unidos

A Groenlândia ocupa 2,166 milhões de km² entre os oceanos Atlântico e Ártico. Cerca de 80% do território permanece coberto por gelo. Apenas 56 mil habitantes vivem principalmente na costa oeste. A população inuit preserva tradições milenares em um dos lugares menos povoados do planeta.
Nuuk, a capital, mistura modernidade e herança cultural. O Museu Nacional apresenta múmias de Qilakitsoq e artefatos históricos. Casas coloridas contrastam com montanhas geladas ao redor.
Autonomia sob bandeira dinamarquesa


O território mantém governo e parlamento próprios desde 1979. A Dinamarca controla relações internacionais e defesa. O groenlandês é idioma oficial, ao lado do dinamarquês.
A colonização dinamarquesa remonta a 1814. Vikings já habitavam a região séculos antes. Erik, o Ruivo, nomeou a ilha “Terra Verde” para atrair colonos nórdicos.
Economia depende da pesca


A pesca representa 95% das exportações groelandesas. Camarão e peixes sustentam comunidades costeiras. Subsídios dinamarqueses complementam a economia local.
Reservas minerais despertam interesse internacional. Potencial para petróleo, gás e minerais raros atrai investidores. A exploração avança lentamente por questões ambientais.
Disputa geopolítica cresce


Donald Trump reacendeu o interesse americano na região. Os Estados Unidos mantêm base militar em Thule desde a Guerra Fria. Propostas de compra surgem periodicamente desde o século 19.
A Dinamarca rejeita ofertas e defende a soberania groelandesa. A posição estratégica no Ártico aumenta a tensão. Rotas marítimas e recursos naturais motivam a disputa.
Turismo explora fenômenos naturais


O verão ártico oferece sol da meia-noite e temperaturas amenas. Ilulissat Icefjord, patrimônio da UNESCO, atrai visitantes com icebergs gigantes. O glaciar Sermeq Kujalleq produz formações espetaculares.
No inverno, a aurora boreal domina o céu. Temperaturas chegam a -40°C no interior. Passeios de trenó com cães huskies mantêm tradições inuit vivas.
Disko Bay concentra observação de baleias. Jubartes, narvais e belugas aparecem entre junho e setembro. Cruzeiros partem da Islândia e Dinamarca durante o verão.
Acesso limitado e custos elevados


A Air Greenland conecta Copenhague e Reykjavik aos aeroportos principais. Kangerlussuaq funciona como hub internacional. Voos domésticos e barcos ligam comunidades isoladas.
Não existem estradas entre cidades. Helicópteros e aviões pequenos transportam moradores. O isolamento eleva preços de hospedagem e alimentação.
A Groenlândia enfrenta desafios climáticos e econômicos. O degelo acelera, abrindo oportunidades e riscos. A identidade inuit resiste em meio a pressões externas.
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