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Alfama: o que fazer no bairro mais português de Lisboa

Alfama: o que fazer no bairro mais português de Lisboa

Castelo, fado, elétrico: saiba o que fazer e onde comer no histórico e tradicional bairro de Alfama em Lisboa

Por Cristiane Sinatura

Provavelmente o bairro mais autêntico de LisboaAlfama é uma deliciosa baguncinha de ruelas e becos labirínticos, com casas de azulejos desbotados e roupas penduradas no varal. Este é, afinal, o berço do fado lisboeta, gênero musical nascido no século 19 em que se destilam versos melancólicos ao som da guitarra portuguesa. Tudo isso aos pés do imponente e secular Castelo de São Jorge

 

Museu do Fado

Para aprender mais sobre o passado e o presente do gênero, visite este acervo que cobre desde as raízes operárias do fado até o status de estrelato de seus artistas. Com audioguias, é possível ouvir os maiores sucessos. O museu conta ainda com restaurante de comida típica e programação musical. Saiba mais aqui!
Largo do Chafariz de Dentro, 1, € 5

 

Museu do Fado

Museu do Fado, Lisboa (foto: shutterstock)

 

Castelo de São Jorge

Vigiando a cidade de Lisboa há mais de nove séculos, a fortaleza é testemunha da sucessão de culturas que já passaram por Lisboa. Começou no século 11 como cidadela moura, mais tarde tomada pelos cristãos no emblemático Cerco de Lisboa. Em 1147, o rei Dom Afonso Henriques resolveu levar para o castelo toda a sua corte, convertendo-o em paço real. Hoje as muralhas resguardam sítios arqueológicos, como estruturas habitacionais do século 7º a.C. e grandes casas do antigo bairro islâmico de mil anos atrás. Em um museu anexo, veem-se os objetos encontrados nas escavações do terreno, desde cerâmicas até joias. Saiba mais aqui!
R. de Santa Cruz do Castelo, € 8,50

 

Castelo de São Jorge

Castelo de São Jorge, Lisboa (foto: shutterstock)

 

Casa dos Bicos

O palacete do século 16 abriga a sede da Fundação José Saramago e expõe o acervo particular do escritor português, como agendas, livros e correspondências. Sob uma oliveira trazida de sua terra natal (o vilarejo de Azinhaga), foram depositadas as cinzas do vencedor do prêmio Nobel, falecido em 2010. Saiba mais aqui!
Rua dos Bacalhoeiros, 10, € 3

 

Casa dos Bicos

Casa dos Bicos, Lisboa (foto: shutterstock)

 

Sé de Lisboa

Em um país tão devoto ao catolicismo, o símbolo-mor da religião na capital é a igreja construída em 1147. O visitante pode ver, no claustro, as escavações arqueológicas do período de ocupação islâmica e também a coleção de itens sacros do Tesouro.
Largo da Sé.
Catedral: grátis.
Claustro e Tesouro: € 4.

 

Igreja da Sé e Bonde 28

Igreja da Sé e Bonde 28 (foto: shutterstock)

 

Feira da Ladra

De terça e sábado, o Campo de Santa Clara, ao lado do impressionante Panteão Nacional, enche-se de antiguidades, roupas, livros e uma série de quinquilharias. A Feira da Ladra é, afinal, a mais tradicional de Lisboa, com registros desde o século 13.

 

Feira da Ladra

Feira da Ladra, Lisboa (foto: divulgação)

 

Bonde 28

Parte do transporte público de Lisboa é feito em bondes bastante nostálgicos, aqui chamados de elétricos. O de número 28 rende um daqueles passeios que, por mais clichês que pareçam, acabam sendo muito úteis para o visitante se situar. Dividindo as ladeiras com carros e tuk-tuks, o trenzinho amarelo, não raro pichado, traça uma rota sacolejante pelos principais pontos turísticos de Lisboa. Começa na Praça Martim Moniz e serpenteia, por 45 minutos, pelos bairros de Alfama e do Chiado, entre outros. Comprado a bordo, o passe custa € 2,90.

 

 

Onde comer em Alfama?

Casa de Linhares

Casa de Linhares (foto: divulgação)

Para assistir a uma apresentação de fado, endereços como a Casa de Linhares, o Mesa de Frades e o Clube de Fado apostam nas cantorias entoadas em prédios históricos e guarnecidas de cardápios tradicionais. Uma caminhada em zigue-zague por Alfama vai desembocar no Portas do Sol, mais um miradouro que, aqui, aparece travestido de cocktail bar, com sofás em estilo beach club de cara para o rio.

 

+ ESTIQUE: Museu Nacional do Azulejo

Explore a história por trás das famosas cerâmicas portuguesas, exposta em um antigo convento de 1509. Com peças desde o século 15, o acervo passeia pela cronologia da arte em geral, indo do Romantismo até os dias atuais. Saiba mais aqui!
R. Madre de Deus, 4, € 5

 

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