Estrada cênica na Patagônia conecta lagos glaciais e experiências ao ar livre
A Rota dos Sete Lagos se destaca entre as estradas mais cênicas da Argentina. O percurso liga San Martín de los Andes a Villa La Angostura na Patagônia. Ao longo de 110 quilômetros, o trajeto atravessa paisagens marcadas por lagos glaciais e florestas densas.


O caminho conecta os lagos Lácar, Machónico, Falkner, Villarino, Escondido, Correntoso e Espejo. Além disso, montanhas nevadas e rios cristalinos compõem o cenário. Em vários trechos, curvas sinuosas alternam com retas cercadas por vegetação nativa.
Embora muitos visitantes completem o trajeto em um dia, a viagem rende mais em três dias. Assim, o visitante aproveita paradas para trilhas, mirantes e atividades ao ar livre. Em diversos pontos, o horizonte revela vistas amplas da região.
Como percorrer


O trajeto aceita diferentes formas de deslocamento. Turistas utilizam carro, moto ou bicicleta com frequência. Além disso, agências locais oferecem excursões organizadas. Vans, ônibus e táxis também atendem quem prefere não dirigir.
A infraestrutura acompanha o fluxo turístico. O visitante encontra campings, hotéis e pousadas ao longo da rota. Restaurantes e paradas estratégicas facilitam o planejamento. Portanto, o roteiro atende perfis variados de viajantes.
Experiências na natureza


A região concentra atividades ligadas ao turismo de aventura. Passeios de barco ocorrem em lagos como o Lago Nahuel Huapi e o Lácar. A pesca esportiva atrai visitantes nos rios Chimehuin e Correntoso.
Trilhas como a Volta do Lago Lácar ampliam o contato com a paisagem. Além disso, a escalada do Vulcão Lanín desafia praticantes experientes. Outras atividades incluem glamping e mergulho no bosque submerso de Villa Traful.
O visitante também percorre o Bosque de Arrayanes. Além disso, práticas como banho de floresta ganham espaço. A região ainda recebe a Patagonia Run, que reúne atletas internacionais.
Gastronomia local


A culinária regional valoriza ingredientes locais. Restaurantes servem cordeiro assado e truta com batatas andinas. Além disso, pratos com cogumelos e carne de javali aparecem com frequência.
Ao longo da estrada, produtores vendem chocolates artesanais e pães caseiros. Waffles com frutas vermelhas completam o roteiro gastronômico. Dessa forma, o visitante combina natureza e sabores regionais.
Quando ir


A rota funciona durante todo o ano. No inverno, a neve transforma a paisagem e limita alguns acessos. Entre setembro e março, o clima favorece trilhas e atividades ao ar livre. Portanto, a escolha depende do perfil do viajante.
Informações práticas
O acesso principal ocorre via Bariloche, pelo Aeroporto Teniente Luis Candelaria. Outra opção inclui voos diretos para San Martín de los Andes. Em ambos os casos, o visitante segue de carro até o início da rota.
Brasileiros entram na Argentina com documento de identidade válido. A moeda local é o peso argentino. O planejamento financeiro evita imprevistos durante a viagem.
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