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	<title>Passeios em Barbados - Viajar pelo Mundo</title>
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	<description>Site de noticias de turismo, recheado de dicas, roteiros e muitas informações de viagem</description>
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	<title>Passeios em Barbados - Viajar pelo Mundo</title>
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		<title>Barbados: Caribe com jeitinho inglês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Viajar Pelo Mundo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Oct 2021 22:50:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destinos]]></category>
		<category><![CDATA[Barbados]]></category>
		<category><![CDATA[Bathsheba Bay]]></category>
		<category><![CDATA[Caribe]]></category>
		<category><![CDATA[Passeios em Barbados]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não bastasse ter o melhor índice de qualidade de vida de toda a região, Barbados ainda esbanja atrações turísticas – e está a menos de seis horas de voo de São Paulo</p>
<p>O post <a href="https://mundoviajar.com.br/barbados-caribe-com-jeitinho-ingles/">Barbados: Caribe com jeitinho inglês</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundoviajar.com.br">Viajar pelo Mundo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>São apenas 5h30 de voo partindo do Aeroporto de Guarulhos – menos tempo do que levam os paulistanos para chegar de carro ao litoral norte em feriados ou do que gastam os cariocas para ir a Paraty ou Angra dos Reis em dias de movimento nas estradas. Essa facilidade certamente tem atraído cada vez mais brasileiros à ilha caribenha de Barbados. Mas tem mais, muito mais. Assim como ocorre em suas vizinhas, não faltam belas praias nessa ex-colônia britânica de 300 mil habitantes, que se tornou independente há meros 46 anos. Só que seus atrativos vão além da areia branquinha e do mar de águas cristalinas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>A melhor qualidade de vida do Caribe</strong></h3>
<p>Barbados tem a melhor qualidade de vida de todo o Caribe, segundo a ONU. Seus números colocam-na bem à frente do Brasil. Não admira: lá, 98% das pessoas são alfabetizadas, não há pobreza, a democracia sempre imperou e a criminalidade é praticamente zero. Nem a crise econômica dos últimos anos abalou isso tudo – pelo contrário, ela nos ajudou: na falta dos turistas americanos, os barbadianos passaram a investir fortemente nos brasileiros.</p>
<p>Somos a “bola da vez” e eles sabem disso, a ponto de nos receber com extrema hospitalidade. Basta dizer de onde vem para ouvir um “Bom dia!” e ouvir perguntas sobre jogadores de futebol brasileiros. E olha que o esporte mais popular por lá nem é o futebol, mas sim o críquete.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><strong>Como chegar a Barbados </strong></h2>
<p>A porta de entrada é a capital do país, Bridgetown, com seus 100 mil habitantes, seu porto sempre tomado por navios de cruzeiro e suas ruas onde o calor tropical contrasta com a arquitetura londrina. Há vários cantos onde, não fosse o clima, o visitante se sentiria na Inglaterra.</p>
<p>Exemplos disso são o Parliament Building, a Chamberlain Bridge e o edifício Barbado’s Mutual Life. Sem contar o bairro periférico de Saint Ann’s Garrison, tombado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. Ali se destaca na paisagem o antigo hipódromo (usado até hoje em corridas de cavalo), o Forte de Saint Ann, com sua icônica torre do relógio, e a George Washington’s House, casa onde o presidente dos Estados Unidos passou alguns meses numa visita oficial ao país no século 18.</p>
<figure id="attachment_4896" aria-describedby="caption-attachment-4896" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4896 size-large" title="Bridgetown é a porta de entrada para Barbados" src="https://mundoviajar.com.br/wp-content/uploads/2016/08/porto-barbados-1024x682.jpg" alt="Porto de Bridgetown" width="1024" height="682" /><figcaption id="caption-attachment-4896" class="wp-caption-text">Porto de Bridgetown (Foto: shutterstock.com)</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Compras em Barbados</strong></h3>
<p>A capital também tem atmosfera festiva e é boa para compras. Barbados não cobra impostos de turistas – basta apresentar o passaporte. Assim, os brasileiros costumam passar horas olhando as ofertas das ruas comerciais do centro, sobretudo a Broad Street, onde há desde lojas de joias e pedras preciosas até artigos de praia (só não perca seu tempo com os biquínis, que são enormes – bem à moda inglesa).</p>
<p>Vale a pena vasculhar as prateleiras da loja de departamentos Cave Sheppard, assim como as do shopping center Satjay. Ou, ainda, caminhar cerca de 1 km dali até o Pelican Craft Center – o maior centro de venda de artesanato de todo o Caribe, com mais de 50 lojas instaladas em casinhas coloridas, numa simpática vila à beira-mar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Bebidas e outras comprinhas </strong></h3>
<p>Quem preferir comprar bebidas tem que dar uma passada na Mount Gay Rum, a mais antiga fábrica de rum em atividade no Caribe, inaugurada em 1703. Com o tempo, ela virou atração turística. O slogan diz tudo: “O rum que inventou o rum”. Ela tem uma grande loja com mais de dez variedades de rum, inclusive o 1703 Old Cask Selection, que passa 30 anos envelhecendo dentro de barris de carvalho.</p>
<p>Roupas, doces e os famosos rum-cakes também são vendidos na loja. Esses últimos são uma das delícias concebidas na ilha caribenha: um bolo de frutas embebido em rum e depois compactado. É tão saboroso que muita gente abusa e chega a ficar bêbado de tanto comer.</p>
<p>Um tour guiado pela linha de produção é oferecido pela Mount Gay Rum, com direito a degustação, audiovisual contando a história da bebida e do país e, no final, um grande almoço regado a coquetéis diversos. Obviamente, menores de idade não podem provar os drinques, e nem quem chega à fábrica dirigindo carro próprio ou <strong><a href="https://www.rentcars.com/pt-br/?requestorid=877&amp;utm_source=revistaviajar.com.br&amp;utm_medium=banner&amp;utm_campaign=Banner+VPM+-+Home" target="_blank" rel="noopener">alugado</a></strong> (veja como se locomover em Barbados no final do texto).</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Outras atrações em Barbados</strong></h3>
<p>A atração mais famosa de Bridgetown, contudo, fica dentro d’água. É o Atlantis Submarine, um submarino de verdade, que leva turistas para apreciar a vida marinha em um banco de corais a menos de 1 km mar adentro. Por US$ 91,50, você passeia durante uma hora pelo oceano nessa embarcação que comporta 48 passageiros e que pode descer até 50 metros de profundidade. Pelas grandes janelas de vidro, dá para ver peixes de diversos tipos, corais coloridos e até mesmo uma traineira naufragada. Tudo com muita segurança – em 10 anos de operação, nunca houve qualquer incidente.</p>
<p>Já para os baladeiros de plantão, a pedida em Bridgetown é curtir a Harbour Lights, um espaço de eventos em plena areia da Carlisle Bay Beach. De segunda a sexta ocorrem festas com bandas tocando o ritmo local, Calypso, e DJs trazendo seleções de hits da disco music e da música eletrônica. Há também shows folclóricos e o lugar se divide em vários ambientes, com um deles dedicado a quem quer degustar pratos típicos, num autêntico “diner-show”.</p>
<h3></h3>
<h3>Uma catedral na floresta</h3>
<p>O país é muito mais que sua capital, convém lembrar. Aliás, as melhores praias estão longe dela. Antes de tudo, vale explicar um pouquinho a geografia local. Com 431 km², Barbados tem praticamente o tamanho de Florianópolis. É dividida em dez províncias, que, na verdade, são chamadas de “paróquias” (parishes), quase todas com nomes de santos. Bridgetown, por exemplo, fica em St. Michael Parish. Na parte voltada para o nordeste, apenas o Oceano Atlântico separa a ilha caribenha da África.</p>
<p>Essa é a face “selvagem” do país, onde o mar é mais revolto, onde há poucas cidades e muitos recantos de natureza preservada. É o território dos surfistas, dos aventureiros e dos que curtem esportes radicais. Num passeio por esse lado, o grande destaque é a praia de Bathsheeba, com suas rochas gigantescas em forma de cogumelo moldadas pelas ondas, como se fosse um parque de esculturas feito para os turistas.</p>
<figure id="attachment_4897" aria-describedby="caption-attachment-4897" style="width: 1024px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-4897 size-large" title="Bathsheba Bay tem rochas gigantescas" src="https://mundoviajar.com.br/wp-content/uploads/2016/08/bathsheba-bay-barbados-1024x683.jpg" alt="Bathsheba Bay" width="1024" height="683" /><figcaption id="caption-attachment-4897" class="wp-caption-text">Bathsheba Bay (foto: shutterstock)</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Aproveite as excursões</strong></h4>
<p>Vale muito a pena pegar uma das excursões de dia inteiro pela ilha para desbravar esse lado. Uma delas é conduzida por um personagem famoso: Ted Blades, mais conhecido como “Barefoot Ted” (“Ted dos Pés Descalços”). O ex-surfista, que há mais de 30 anos não usa sapatos, é uma mistura de comediante, aventureiro e defensor da natureza.</p>
<p>Ele dirige um ônibus pelas estradinhas que cortam toda ilha, levando turistas a praias de todos os tipos, falésias, canaviais, vilazinhas pesqueiras, pontos históricos e lugares incríveis, como a St. Johns Church, uma preciosidade dos tempos coloniais, totalmente preservada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>St. Johns Church: uma típica igreja inglesa</strong></h4>
<p>Trata-se de uma típica igreja inglesa, perdida no meio da floresta do centro da ilha. Algo que faz lembrar o seriado de TV Lost. A expedição de Ted também conduz a moinhos tipicamente europeus em meio à vegetação tropical e às antigas plantações de cana – originária de Pernambuco, no Brasil, ele faz questão de ressaltar.</p>
<p>Uma delas, a Sunbury Plantation, virou um museu a céu aberto, com direito a um restaurante que serve pratos típicos barbadianos, muitos deles semelhantes aos da culinária baiana, como o ensopado de peixe-voador, que traz à memória a nossa moqueca, dado o teor de pimenta&#8230;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Explorando Harrison&#8217;s Cave</strong></h4>
<p>Um lugar imperdível nessa porção central de Barbados é Harrison’s Cave, um complexo de cavernas a 50 metros de profundidade. Nelas, galerias repletas de estalactites e cristais em formatos variados criam um ambiente digno de filme de ficção científica. O tour é realizado em carrinhos sobre trilhos, que percorrem centenas de metros de túneis, num passeio cheio de adrenalina.</p>
<h3></h3>
<h2><strong>Praias inesquecíveis em Barbados</strong></h2>
<p>É no sul, no oeste e no sudeste da ilha que se espalham as faixas de areia mais agradáveis, banhadas por águas claras e tranquilas, perfeitas para o banho de mar. A começar por Crane Beach, uma das dez praias mais bonitas do planeta segundo o Trip Advisor. Nela está o <strong><a href="https://www.booking.com/hotel/bb/the-crane-resort.pt-br.html?aid=1541245&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank" rel="noopener">The Crane Residential Resort</a></strong>, o mais antigo resort de todo o Caribe, inaugurado em 1887.</p>
<p>Nesses 126 anos, ele cresceu e ganhou fama mundo afora após hospedar chefes de estado e celebridades ao longo de todo o século 20. Fica na encosta de uma falésia, com a areia cerca de 30 metros abaixo, acessível somente por um elevador. Graças a isso, possui um dos mais encantadores restaurantes panorâmicos do mundo, o L’Azure – considerado o melhor de toda a ilha pelo guia americano Zagat.</p>
<p>O <strong><a href="https://www.booking.com/hotel/bb/the-crane-resort.pt-br.html?aid=1541245&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank" rel="noopener">The Crane</a></strong>, por sinal, inclui nas suas dependências uma pequena vila construída à moda colonial, totalmente ocupada por lojas, bares e restaurantes – abertos a não hospedes também. Dá para comprar desde rum até esmeraldas colombianas – tudo sem impostos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Opções de passeios</strong></h4>
<p>E as agências de turismo receptivo baseadas no <strong><a href="https://www.booking.com/hotel/bb/the-crane-resort.pt-br.html?aid=1541245&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank" rel="noopener">resort</a></strong> levam a vários passeios, incluindo Bottom Bay, outra praia paradisíaca, a 6 km do <strong><a href="https://www.booking.com/hotel/bb/the-crane-resort.pt-br.html?aid=1541245&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank" rel="noopener">resort</a></strong>. Menos chique, mas igualmente atraente, é o Oistins. Nessa vila pesqueira, é obrigatório para o turista gastar uma noite no chamado <strong><a href="https://www.visitbarbados.org/oistins-bay-gardens" target="_blank" rel="noopener">Oistins Bay Gardens</a></strong>. A areia fica tomada por barracas que vendem bijuterias e lembranças, enquanto o palco é animado com shows de música caribenha.</p>
<p>Às sextas-feiras, o lugar ferve e se transforma na maior festa a céu aberto da ilha. Não bastasse a música, tem a comida. Ao lado do Mercado de Peixes, dezenas de quiosques oferecem pratos típicos fartos, a ótimos preços. Dá para degustar o flying fish (peixe-voador assado na grelha, com purê de batata ou banana) e o macaroni pie, uma espécie de torta feita com macarrão e queijo que, por mais estranho que pareça, é herança de imigrantes escoceses que foram para o país no século 20.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Uma baía muito animada</strong></h3>
<p>Quem prefere algo mais suave pode ir a St. Lawrence’s Gap, na região da Christ Church. Barzinhos à beira-mar e bons restaurantes pontuam essa baía de água calma e lotada de barquinhos de pesca coloridos – recanto que se tornou cartão postal do país. É o melhor lugar para relaxar e provar uma Banks geladinha, a cerveja nacional. Uma dica é ir ao <strong><a href="https://www.cafesolbarbados.com/" target="_blank" rel="noopener">Café Sol</a></strong>, sempre cheio de gente bonita, ou ao <strong><a href="https://www.facebook.com/reggaeloungebarbados/" target="_blank" rel="noopener">Reggae Lounge</a></strong>, que toca música jamaicana até o sol raiar.</p>
<p>Ou, ainda, deliciar-se no Pisces, um bistrô sobre a areia da praia. Com clima informal, mas culinária de primeira linha – baseada em frutos do mar –, ele consta no topo das indicações dos principais guias gastronômicos quando o assunto é Caribe. Nada mais gostoso que degustar seu prato de camarões com molho curry e arroz basmati tomando um rum punch (coquetel de frutas e rum) numa mesa ao ar livre, à luz de velas, de cara para o oceano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Aproveite para se hospedar</strong></h4>
<p>Gostou? Saiba que também dá para se hospedar por ali. O hotel com a melhor relação custo benefício desse lado da ilha ocupa a praia de Dover, a 500 metros de St. Lawrence’s Gap. É o <strong><a href="https://www.booking.com/hotel/bb/o2-beach-club-amp-spa.pt-br.html?aid=1541245&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank" rel="noopener">O2 Beach Club &amp; Spa</a></strong>, um edifício moderno, com apartamentos dotados de cozinha, wi-fi, sala que vira um quarto e ampla varanda. Tudo isso de frente para a piscina e para o mar azul turquesa. Um verdadeiro achado para quem visita a ilha.</p>
<p>O <strong><a href="https://www.booking.com/hotel/bb/o2-beach-club-amp-spa.pt-br.html?aid=1541245&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank" rel="noopener">hotel</a></strong> fica relativamente perto do Grantley Adams Airport, o aeroporto internacional onde foi instalada uma das atrações mais curiosas da ilha – adorada pelas crianças e pelos geeks. É o Concorde Experience, uma série de atividades interativas feitas dentro e fora de um exemplar do Concorde, o avião supersônico que ligou Barbados a Londres em apenas três horas de voo durante as décadas de 1980 e 1990. Além de aprender sobre a aeronave que podia ir além da velocidade do som, os visitantes têm à sua disposição simuladores e outras brincadeiras interativas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Um passeio por Holetown</strong></h3>
<p>Agora, o lugar mais chique da ilha é a pequena Holetown, na costa oeste. Primeiro assentamento dos ingleses em Barbados, a vila abriga um monumento que celebra os desembarques pioneiros, em 1625. Também é cenário do Holetown Festival, um festival anual de artesanato e música, com direito a desfiles de moradores vestidos à moda do século 18. O que mais impressiona por ali, contudo, são as centenas de casas e mansões de frente para o mar – boa parte na faixa das dezenas de milhões de dólares e ocupadas por celebridades, como a cantora pop Rihanna, por exemplo.</p>
<p>Quem vai a Holetown pode aproveitar os glamorosos restaurantes com vista para o mar, como o <strong><a href="https://www.zacciosrestaurant.com/" target="_blank" rel="noopener">Zaccios</a></strong> e o <strong><a href="https://www.visitbarbados.org/surfside" target="_blank" rel="noopener">Surfside</a></strong>, e encher as sacolas de presentes na Chattel Village – uma vilazinha composta de lojinhas coloridas em meio a belos jardins tropicais. Ou simplesmente caminhar despreocupadamente pelo Waterfront, o calçadão que segue por dois km com o mar de um lado e as mansões e restaurantes do outro. Um projeto de US$ 10 milhões iniciado em 2012 quer renovar esse lugar e transformá-lo num dos principais pontos turísticos de Barbados. Tarefa difícil nessa ilha onde cada canto parece mais belo e sedutor do que o anterior.</p>
<ul>
<li><em>Viagem a convite do <strong><a href="https://www.visitbarbados.org/pt/" target="_blank" rel="noopener">Barbados Tourism Authority</a></strong> e dos resorts <strong><a href="https://www.booking.com/hotel/bb/o2-beach-club-amp-spa.pt-br.html?aid=1541245&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank" rel="noopener">O2 Beach Club &amp; Spa</a></strong> e <strong><a href="https://www.booking.com/hotel/bb/the-crane-resort.pt-br.html?aid=1541245&amp;no_rooms=1&amp;group_adults=1" target="_blank" rel="noopener">The Crane</a></strong>.</em></li>
</ul>
<h3></h3>
<h3>Como se locomover em Barbados</h3>
<p>Barbados é maior do que parece, mas o transporte não chega a ser um problema por ali. Afinal, você pode conhecer a capital, Bridgetown, a pé, já que a maior parte das atrações está no centro. Fora dela, o modo mais barato de ir de um lugar a outro é tomando os ônibus ou vans particulares, que custam apenas $ 1,50 em moeda local.</p>
<p>Há linhas para qualquer lugar da ilha e os itinerários podem ser vistos no site <strong><a href="https://www.transportboard.com/" target="_blank" rel="noopener">transportboard.com</a></strong>. Mas saiba que, apesar de seguro, esse tipo de transporte é desconfortável, tanto pela lotação quanto pelo fato de não ter ar condicionado, num lugar em que a temperatura está constantemente acima dos 30 graus.</p>
<p>Os táxis são bem mais agradáveis, mas você acaba gastando uma pequena fortuna. Para ir da capital, Bridgetown, até Oistins, por exemplo, você gasta $ 60 (equivalente a R$ 60), ida e volta. Não há taxímetro, mas sim uma tabela de preços conforme a distância.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4><strong>Combine o preço antes!</strong></h4>
<p>Só que nem sempre os motoristas a respeitam. Por isso, combine o preço antes! Alugar um carro só é uma boa ideia se você for um motorista muito hábil. Primeiro porque em Barbados usa-se a mão inglesa, ou seja, dirige-se no lado oposto ao que estamos acostumados.</p>
<p>Segundo porque os motoristas locais gostam de pisar fundo – é preciso estar o tempo todo muito atento. Finalmente, se alugar um carro, não esqueça o GPS. Há centenas de estradinhas pela ilha e, devido à mistura com o dialeto bajan, o inglês local é difícil de ser entendido – pedir informações na rua pode não adiantar nada.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<h2>Leia também:</h2>
<p><strong><a href="https://mundoviajar.com.br/aruba-romantica-e-praiana/" target="_blank" rel="noopener">Aruba: Caribe romântico</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://mundoviajar.com.br/curacao-caribe-historia/">Curaçao: um Caribe cheio de história</a></strong></p>
<p><strong><a href="https://mundoviajar.com.br/jamaica-um-caribe-cheio-de-personalidade-2/" target="_blank" rel="noopener">Jamaica: um Caribe cheio de personalidade</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://mundoviajar.com.br/barbados-caribe-com-jeitinho-ingles/">Barbados: Caribe com jeitinho inglês</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundoviajar.com.br">Viajar pelo Mundo</a>.</p>
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