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O que fazer no SeaWorld Orlando

O que fazer no SeaWorld Orlando

Ao renovar a clássica Kraken, o parque de Orlando lança a primeira montanha-russa com realidade virtual da Flórida. E ainda tem os toboáguas do Aquatica, os golfinhos do Discovery Cove e a adrenalina do Busch Gardens

Por Thelma Lavagnoli

Ficar de ponta-cabeça e encarar descidas em alta velocidade é sinônimo de diversão por aqui. Em 2017, o grande lançamento é a Kraken Unleashed: Virtual Reality Experience. Ela é uma adaptação da primeira montanha-russa do parque (inaugurada em 2000) que, agora, traz recursos de realidade virtual. Com óculos de VR e fone de ouvidos devidamente colocados, embarcamos em uma viagem pelo fundo do mar com mergulhos, monstros marinhos gigantes e muitos outros animais. As imagens estão sincronizadas com as quedas e inversões de sentidos originais da atração, que atinge 46 metros de altura e velocidade máxima de 105 km/h. Dica: vá com os óculos e, depois, curta a atração do jeitinho original: são experiências completamente diferentes!

foto: divulgação

Outro big deal é a Mako, que, segundo o parque, é a mais alta, rápida e longa montanha-russa de Orlando, com seus 61 metros de altura e trajeto de quase 1,5 quilômetro a 118 km/h. Não há inversões, pois ela simula o nado do tubarão-mako. A graça é encarar subidas íngremes, descidas super- -rápidas e aquela sensação de gravidade zero em que a gente parece sair do assento. Já a montanha-russa Manta é baseada em uma espécie de arraia: os corajosos ficam presos de frente para o chão, posição em que o animal nada, para curtir o percurso repleto de inversões em alta velocidade.

Na hora de recuperar o fôlego, vale a pena curtir o Pop, novo espetáculo que ficará em cartaz até setembro, com bolhas de sabão aliadas a projeções sobre o mundo marinho. E como ninguém fica parado por aqui, já tem novidade anunciada para 2018: o Infinity Falls. A bordo de botes, os visitantes atravessarão uma floresta tropical em corredeiras radicais, com queda de dez metros de altura.

Mas até lá já existe o Journey to Atlantis, brinquedo tipo “splash”, oficialmente chamado de montanha-russa aquática. Uma busca pela cidade perdida de Atlantis, com duas quedas intensas na água para se molhar da cabeça aos pés.

Onde comer
No Voyager’s Smokehouse, o churrasco americano é a estrela. Popular no Texas, o brisket é um peito de boi supermacio, que pode ser assado por até 14 horas; uma boa também são as costelinhas de porco com molho barbecue. Já no Sharks Underwater Grill, o ambiente é o ponto alto: enquanto você almoça, dezenas de tubarões passeiam nos tanques de água ao redor. O menu mistura os sabores da Flórida e do Caribe, com ênfase em frutos do mar.

E os animais?
As apresentações e atrações com animais vêm ganhando caráter informativo. O Dolphin Days, por exemplo, tem proposta imersiva e educativa sobre os golfinhos nariz-de-garrafa. Ao longo do show, o público observa a personalidade de cada animal e ainda aprende como protegê-los na natureza. Além disso, no finalzinho de junho, o Dolphin Nursery ficou mais interativo. Grandes janelas de acrílico permitem que os visitantes vejam os bebês e as mães golfinhos bem de perto, com a presença de educadores. Na atração AntarcticaEmpire of the Penguin, os visitantes podem observar um grupo de pinguins em ambiente supergelado.

foto: divulgação

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