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To Airbnb or not to Airbnb?

To Airbnb or not to Airbnb?

Eis a questão: vale a pena trocar o hotel por um apartamento de temporada? A seguir, tudo o que você precisa saber para alugar uma “casa temporária”

Por Cristiane Sinatura

Você está de férias. Em Roma. Mas nada de ficar procurando restaurantes com bom custo-benefício ou levando tranqueira de mercado para comer no quarto. Você vai é comprar ingredientes fresquinhos e preparar o jantar em sua própria “casa”, quiçá com vista para a Basílica de São Pedro! Você, afinal, é um turista que preferiu trocar o hotel por um apartamento alugado – e assim viver, por uns dias, como um romano… Pois bem, é esse tipo de experiência que sites como o Airbnb proporcionam. Ele é o mais famoso, mas há outros, como o FlipKey e o Vacation Home Rentals. E mesmo o TripAdvisor e o Booking têm seu serviço de aluguel.

1. Como funciona?
O proprietário coloca seu imóvel (ou apenas um cômodo dele) para alugar nesses sites especializados, podendo ou não se ausentar durante
a estada de seu hóspede. Aquela pode ser sua residência de verdade (nesse caso, tudo fica ali à disposição: livros, roupa de cama, objetos pessoais) ou uma propriedade exclusiva para aluguel (o que se assemelha mais a um apart-hotel). O que sites como o Airbnb fazem é intermediar esse  “acordo” e tornar as transações mais confiáveis e seguras.

 

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2. Como começar?
O primeiro passo é se cadastrar no site e começar a busca, informando dados básicos, como data e destino, até detalhes mais específicos, como bairro de preferência, número de quartos, faixa de preço. Cada imóvel “candidato” vem com fotos, informações gerais, perfil do proprietário e, mais importante, avaliações de outros usuários que já ficaram naquele lugar. Pelo Airbnb, depois de escolhida a futura casa, o processo da reserva dependerá de aprovação do proprietário (se passar de 24 horas sem retorno, ela expira). Há aqueles que optam pela “reserva instantânea”– ou seja, você clica e é só efetuar o pagamento.

3. Como pagar?
Vale saber que, somado ao preço das diárias, virá também a tarifa de serviço do site e uma taxa de limpeza, que é para deixar tudo em ordem
depois que você sair. Em muitos casos, há, ainda, uma espécie de pagamento caução em casos de danos ao imóvel (se nada acontecer, esse valor é cancelado). Pelo sistema de pagamento do Airbnb, o total é cobrado no momento da confirmação de reserva – porém, o dinheiro só é repassado ao locador 24 horas depois de você chegar à propriedade. Assim, há tempo para estornos em caso de imprevistos e insatisfações. O pagamento pode ser feito por cartão de crédito ou por PayPal (site que realiza transações bancárias on-line com segurança).

4. Como retirar as chaves?
Locador e locatário podem conversar entre si pela própria plataforma do Airbnb – é assim que combinam check-in e check-out, esclarecem dúvidas e trocam informações. Diferente de um hotel, não haverá balcão com recepcionista na sua chegada. É provável que, no horário marcado, o anfitrião esteja lá (ou mande alguém) para dar as chaves.

Vantagens

  • Pode ficar mais barato que hotel, principalmente para quem viaja em grupo.
  • A máxima do “minha casa, sua casa” é para valer: você vive quase como um local.
  • Dá para economizar com as refeições, já que você pode prepará-las em vez de comer fora todo dia.
  • Dependendo do imóvel, você pode ter churrasqueira, piscina, máquina de lavar e outros “luxos”.

Desvantagens

  • Sujou? Lavou. Bagunçou? Arrumou.
  • Não espere a mordomia de ter tudo organizado por uma camareira de hotel.
  • Também não conte com funcionários para carregar suas bagagens. É você quem vai cuidar disso.
  • Lembre-se de que aquela é a casa de alguém (ainda que muitos imóveis sejam exclusivos para aluguel).
  • Você precisa ter cuidado dobrado com os pertences do proprietário.

Quem avisa, amigo é!

  • Durante sua pesquisa, priorize imóveis que tenham muitas fotos, de preferência de todos os cômodos, inclusive banheiro e cozinha.
  • Procure ler os comentários de locatários anteriores para ver as referências do dono da casa, se há relatos de barulho, vazamentos e coisas do tipo.
  • Pesquise o endereço do imóvel no Google Maps e dê uma “voltinha” para ver se tem metrô, mercado, farmácia…
  • Consulte as “regras da casa” para saber quantas pessoas podem se hospedar, se pode levar visitas, se pode fumar, dar festas e afins.
  • Que tal fugir do burburinho turístico e escolher uma região mais “autêntica”? Tipo aquele bairro charmosinho pouco conhecido?
  • Vá à feira, ao mercadinho, ao restaurante simplesinho (peça indicações ao seu anfitrião!). Pode ser tão legal quanto jantar num Michelin.

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