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Tailândia: ócio zen

Tailândia: ócio zen

Com praias perfeitas e templos que ajudam a se desligar da vida, o país é um bálsamo para aqueles que desejam desapegar

Por Mari Campos

Sabe aquela palavrinha imprescindível que boa parte dos idiomas tem e conhecê-la faz toda a diferença durante a viagem? No caso da Tailândia, é a simpática saudação “Sawadee!” É um termo curinga que serve para bom dia, boa tarde, boa noite, oi, tchau… As mulheres devem pronunciá-la acrescentando o Ka no final, “Sawadee Ka”, e os homens usam Kap, “Sawadee Kap”.

Ela é uma das poucas coisas que dá para entender do idioma tailandês e que acaba grudando no ouvido como chiclete. Mas compreender não é obrigatório na Tailândia, o negócio ali é muito mais sentir. Para isso, é preciso abrir a mente para perceber o país por completo: cheiros, cores, sabores e ruídos são muitos e sempre intensos, frequentemente misturados entre si.

Campeã de turismo internacional no sudeste asiático, o país vem investindo pesado na área como motor da economia nacional e recebe um número cada vez maior de brasileiros. A porta de entrada é, geralmente, pela capital Bangcoc. Não há voos diretos desde o Brasil – a conexão, normalmente, é via Europa ou Oriente Médio. Alguns países até voam a outros destinos, como Phuket, mas é mesmo em Bangcoc que a maioria dos visitantes ingressa na experiência thai.

Bangcoc é, sim, apaixonante, apesar de freak, mas nosso foco aqui é falar do ócio e da preguiça das praias do sul, como as de Phuket e Phi Phi, e da parte norte, pontuada por Chiang MaiChiang Rai, região em que, na ausência de mar, a espiritualidade dá as cartas.

 

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