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	<title>Dicas para fazer safári - Viajar pelo Mundo</title>
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	<description>Site de noticias de turismo, recheado de dicas, roteiros e muitas informações de viagem</description>
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		<title>Tudo o que você precisa saber para fazer um bom safári na África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Viajar Pelo Mundo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Aug 2016 21:31:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[África do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas para fazer safári]]></category>
		<category><![CDATA[Safári]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Explorar a savana africana em busca da vida selvagem requer planejamento – desde a escolha do país até os cuidados com a segurança. Aqui está seu bê-á-bá</p>
<p>O post <a href="https://mundoviajar.com.br/guia-pratico-do-bom-safari/">Tudo o que você precisa saber para fazer um bom safári na África</a> apareceu primeiro em <a href="https://mundoviajar.com.br">Viajar pelo Mundo</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2>1- Onde é possível fazer safári e qual é a diferença entre cada país?</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>A <strong>África do Sul</strong> é, provavelmente, o primeiro destino que vem à cabeça quando o assunto é safári (ou game drive). Isso porque o país é dono do <strong>Kruger Park</strong>, uma área nacional protegida com 2 milhões de hectares, onde avistar os Big Five é (com sorte) algo certo. Mas outros países do continente também oferecem oportunidades incríveis, como o <strong>Quênia</strong> e a <strong>Tanzânia</strong>, que são palco da Grande Migração – quando milhares de gnus, zebras e gazelas migram do parque Masai Mara para o Serengeti.</p>
<p>“Por ser menos visitado, o Delta do <strong>Okavango</strong>, em <strong>Botsuana</strong>, proporciona um contato ainda mais íntimo com os animais. Já a Namíbia, apesar de ter menos variedade, impressiona ao mostrar espécies adaptadas à aridez do deserto, em parques como o Chobe”, recomenda Fernanda Schmidt, representante de <strong>Wilderness Safaris</strong>, empresa que atua em sete países africanos, com cerca de 45 lodges (como são chamadas as hospedagens de savana).</p>
<ul>
<li>No jargão dos safáris, emprestado da caça, os <strong>Big Five</strong> são os animais mais difíceis de serem capturados: leão, elefante, búfalo, rinoceronte e leopardo. Vê-los durante as incursões pela savana é como uma “missão” para os turistas.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2>2. Como fazer um safári?</h2>
<p><strong>Safáris</strong> são passeios que levam para ver a vida selvagem em seu habitat natural. As excursões motorizadas são as mais comuns – há desde aquelas com duração de três a cinco horas (em saídas logo cedo ou no fim da tarde) até um dia inteiro. A recomendação é passar duas noites na região do destino escolhido, para fazer pelo menos quatro safáris. Em geral, empresas especializadas atuam nos parques nacionais com guias e veículos apropriados – como caminhões com capacidade para várias pessoas.</p>
<p>O grupo é acompanhado por um ranger, o profissional que sabe tudo sobre segurança e comportamento animal, e um tracker armado, responsável por localizar vestígios que levem até os bichos, como pegadas e fezes. O <strong>Kruger</strong> possibilita, ainda, o self-drive, em que o turista percorre as estradas demarcadas dentro do parque, sozinho, com seu carro (em geral, alugado). Assim, paga-se apenas a taxa de entrada (280 rands, ou R$ 65, por pessoa, a cada dia).</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_4981" aria-describedby="caption-attachment-4981" style="width: 400px" class="wp-caption alignright"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-4981" src="http://mundoviajar.com.br/wp-content/uploads/2016/08/safari.jpg" alt="safari" width="400" height="267" srcset="https://mundoviajar.com.br/wp-content/uploads/2016/08/safari.jpg 800w, https://mundoviajar.com.br/wp-content/uploads/2016/08/safari-700x466.jpg 700w, https://mundoviajar.com.br/wp-content/uploads/2016/08/safari-500x333.jpg 500w, https://mundoviajar.com.br/wp-content/uploads/2016/08/safari-768x512.jpg 768w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-4981" class="wp-caption-text">Safári (Foto: shutterstock.com)</figcaption></figure>
<h2>3. Que tipos de safáris existem?</h2>
<p>Além do motorizado, comumente chamado também de “fotográfico”, exis-tem safáris a pé e de bicicleta. Em regiões alagadas, como em <strong>Botsuana</strong>, há passeios em barco ou mokoro (tipo de canoa) para ver espécies que habitam a água ou as margens de lagoas e rios. Já sobrevoos de balão ou pequenos aviões são ótimos para avistar bandos de animais, como na Grande Migração do Quênia e da Tanzânia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>4. Qual é a melhor época do ano para safáris?</h2>
<p>O outono e o inverno (de março a setembro) são boas épocas, pois é a temporada seca na savana – a vegetação escassa facilita a visualização de animais. Entre o <strong>Quênia</strong> e a <strong>Tanzânia</strong>, a etapa mais empolgante da Grande Migração acontece nos meses de agosto e setembro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>5. Onde se hospedar?</h2>
<p>É possível se hospedar dentro dos parques, em opções que vão desde acampamentos econômicos até resorts de luxo – e aí optar pelos passeios das agências ou pelo self-drive. Outra possibilidade, para orçamentos ainda mais fartos, é ficar nas reservas privadas, que rodeiam os parques nacionais, compartilhando a mesma estrutura e fauna. A diferença é que apenas hóspedes de lodges localizados dentro delas podem fazer safáris na área.</p>
<p>“Costumam estar inclusos dois passeios no preço da diária, além da alimentação”, explica <strong>Diogo Caldeira</strong>, gerente de marketing do órgão de turismo da <strong>África do Sul</strong> no <strong>Brasil</strong>. Nessa modalidade, o veículo é menor (4 x 4) e aberto, com capacidade para poucas pessoas. “Uma vantagem é que esses veículos podem fazer off-road – ou seja, embrenhar-se na savana em busca dos animais, permitindo uma proximidade maior com eles.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>6. Afinal, safári com guia ou por contra própria?</h2>
<p>O safári por conta própria tem a vantagem de ser mais barato – já que se paga apenas o ingresso do parque e o aluguel do carro (lembrando que, na África do Sul, a mão é inglesa). Além disso, permite fazer os percursos no seu ritmo, desde que dentro do horário de funcionamento. Já o <strong>safári</strong> contratado tem como vantagem a comunicação entre os guias, que avisam uns aos outros sobre a presença de animais em determinado lugar.</p>
<p>“Tem mais conforto, pois você não precisa ficar dirigindo nem se preocupando em achar ou desviar de animais”, pondera a fisioterapeuta <strong>Natália Gastão</strong>, que combinou as duas opções de passeio em seu roteiro pelo<strong> Kruger Park</strong>. “Mas nós preferimos com o nosso próprio carro, por ser mais sossegado em relação a horários e quantidade de pessoas.” Para <strong>Fernanda Schmidt</strong>, da <strong>Wilderness</strong>, a dupla conhecimento + segurança é determinante a favor dos passeios guiados. “Os rangers são verdadeiros mestres em encontrar os bichos. Eles conhecem o seu comportamento e evitam riscos desnecessários.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>7. O que fazer e o que evitar?</h2>
<ul>
<li>Use roupas em tons pastel, já que cores fortes podem espantar os animais.</li>
<li>Não fale alto na presença de animais.</li>
<li>Em <strong>safáris</strong> guiados, não se levante do assento.</li>
<li>Tenha um bom casaco à mão: pode fazer (muito) frio no começo da manhã e à noite na savana.</li>
<li>Leve óculos de sol, chapéu, protetor solar, repelente e binóculo.</li>
<li>Em self-drives, respeite o limite de velocidade, mantenha distância dos bichos, feche vidros e portas e jamais saia do carro.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
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