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Quatro dias pelo Rio de Janeiro

Quatro dias pelo Rio de Janeiro

Na contagem regressiva para começar o maior evento esportivo do planeta, a Cidade Maravilhosa está prestes a virar o palco do mundo. Para nós, ela já é e sempre será digna de todos os holofotes

Por Flávia Pegorin

Sou, ou melhor, era aquele tipo de pessoa que conhecia o Rio de Janeiro da janela do carro, que ficava olhando para fora e suspirando vendo a praia, enquanto usava roupa social. Como muitos dos meus conterrâneos, sou uma paulistana que esteve na cidade mais a trabalho do que a passeio.

Decidi que era hora de conhecê-la de verdade, não por causa das Olímpiadas, mas porque o Rio é nosso, é lindo, é quase o quintal de casa… Chamei duas amigas e fomos aproveitar quatro dias nesse lugar que é um verdadeiro orgulho nacional.

Roteiro feito, garotas a postos. Elas se chamam Priscila e Giselli, aliás. E não são amigas de longa data, mas de ano e meio, dois. Muitos talvez precisassem de mais credenciais; para mim, bastou ver a empolgação delas com a ideia. Porque tem momento na vida em que a gente não pode pensar demais em viajar: tem apenas de ir. Elas queriam. E nós fomos.

Dia 1: entre Copacabana e Santa Teresa

Eu fui primeiro, na verdade, louca para desbravar pelo menos uma noite em cama boa de hotel – aquela em que a gente se espalha lindamente até a hora do café da manhã farto; no meu caso, isso aconteceu no Sofitel em frente ao Forte de Copacabana.

Praia de Copacabana (Foto: Alexandre Macieira/ Riotur)

Praia de Copacabana (Foto: Alexandre Macieira/ Riotur)

Passei a manhã de quinta-feira na praia, encarando o calçadão emblemático e o doce mar azul esverdeado da Princesinha do Mar. Copacabana permite isso: é só se acomodar na areia fofa, observar as pessoas e decidir entre o biscoito Globo e o mate de latão (e ficar com ambos).

Os quiosques da orla também são providenciais para uma porção de lulas ou peixe e a cerveja gelada que combina com a vista. Fazia 30 °C e eram 15h quando me lembrei de tomar o rumo de Santa Teresa, o bairro boêmio e descolado que seria nossa base.

Santa Teresa recebe muitos turistas em busca de um Rio de Janeiro mais alternativo. Lá, os hotéis de cadeia, como os da orla, não têm vez. São muitos hostels e casas de charme um pouco mais em conta que na praia (desde que não se opte por hotéis-butique, que também existem e sabem cobrar o preço pela exclusividade e o massagista sempre a postos).

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