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Nova York para bolsos pequenos

Nova York para bolsos pequenos

Quatro dias entre atrações gratuitas e passeios imperdíveis pela Big Apple sem estourar o limite

Por Tarcila Ferro

Nova York

O manual de sobrevivência para bolsos apertados em Manhattan explica que a primeira coisa a fazer é comprar o MetroCard. Como a ilha é atendida de ponta a ponta pela malha metroviária, você poderá adotar esse sistema em quase tudo o que fizer. Ele só o deixa na mão na madrugada, já que não funciona nesse período, sendo preciso recorrer aos táxis.

Vale a pena adquirir o tíquete para sete dias, a US$ 29, que dá direto a viagens ilimitadas tanto de metrô como de ônibus. Basta ir até a estação mais próxima e comprar nas máquinas (aceitam cartões de crédito) ou diretamente no guichê. Assim, o gasto diário com transporte para quatro dias passa a ser de US$ 7,25. Os turistas estreantes na cidade podem comprar, também, no primeiro dia o City Pass, bilhete combinado que dá acesso a seis atrações na cidade. Ele vale por nove dias e custa US$ 114. Dividindo esse valor por quatro dias, o gasto diário fica em US$ 28,50.

Estátua da Liberdade (Foto: shutterstock.com)

Estátua da Liberdade (Foto: shutterstock.com)

Considere ainda que a maioria avassaladora dos hotéis em Nova York não oferece café da manhã incluso na diária. Assim, você pode eleger o Starbucks como sua cafeteria oficial. Além de ter unidades em quase todas as esquinas, disponibiliza Wi-Fi gratuito e precinhos bons. Um tradicional Caffe Latte fica por US$ 2,95, croissant por US$ 2,45, sanduíches matinais a US$ 3,45. Estime um gasto de US$ 9 por café da manhã.

Trâmites resolvidos, nada melhor que começar o primeiro dia caminhando no Central Park. O passeio, independente se é a sua primeira ou décima vez na cidade, é sempre uma programação. Reserve uma manhã inteira para conhecer um dos parques mais conhecidos e lindos do mundo, que conta com 3.410 km² de muito verde, lagos e atrações que não custam nada. Dá para perder horas caminhando por suas floridas alamedas e descobrindo seus achados.

  • A reportagem completa está disponível na edição 80 da revista Viajar Pelo Mundo.

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