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7 programas para curtir a área histórica Quebec

7 programas para curtir a área histórica Quebec

Capital da cultura francesa no continente e uma espécie de mundo a parte dentro do Canadá tem um centro histórico de ares europeus recheado de atrações. E mais: os arredores do destino também guardam boas surpresas

Por Tarcila Ferro

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Ao chegar à cidade, o mais gostoso é caminhar pela área histórica, conhecida como Velha Quebec, e sentir que ali poderia ser qualquer cantinho da Europa. Eleita um dos patrimônios culturais da Unesco, essa área é rodeada por muralhas que somam 4,6 quilômetros. A antiga Quebec tem dois níveis – Haute Ville (cidade alta) e Basse Ville (cidade baixa) – conectados por um funicular. A seguir, os destaques da região que rendem ótimos passeios e, claro, cliques.

Citadelle

Começando a explorar a área histórica pela parte alta, a Citadelle figura como a mais emblemática atração. Maior fortaleza britânica da América do Norte, o forte foi construído entre 1820 e 1831 em formato de estrela. Continua como uma base ativa, onde até hoje é sede do 22º Regimento Real, o único da infantaria franco-canadense no país. Durante todo o ano há passeios guiados que passam pelos edifícios, baluartes, canhões e, no verão, a troca da guarda empolga quem visita o local. Um museu com coleções e artefatos do 22º Regimento exibe 300 anos de história, desde o período colonial francês até hoje. São medalhas, uniformes, armas, honras de batalha e desenhos que remontam a trajetória militar dessa base.

Rio São Lourenço, Terraço Dufferin e Castelo Frontenac

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O Castelo Frontenac é um hotel e seu último andar abriga um observatório com vista para o rio

O rio São Lourenço, que ajuda a pulsar e a potencializar a economia de toda a província, é o pano de fundo perfeito para quem vai até a área conhecida como Terraço Dufferin, uma agradável área com muitos bancos que te convidam a sentar e ficar ali, curtindo o visual. O terraço é coladinho ao maior símbolo local, o imponente Castelo Frontenac. Transformado em hotel cinco estrelas em 1893, possui 650 quartos e rasga o céu a quase 80 metros de altura. Com seu telhado de cobre, torres e espigões, é o principal cartão-postal.  O último andar do edifício abriga um observatório de onde se tem uma vista espetacular do horizonte pontuado pelo rio.

Plaines d’Abraham
Também chamado de Parc des Champs-de-Bataille, esse vasto espaço verde repleto de trilhas para caminhadas foi palco da sangrenta batalha entre os exércitos francês e inglês, em 1759, que resultou na vitória dos britânicos.  O parque abriga um pavilhão, a Maison de La Découverte, que explica as origens da região por meio de exposições interativas, e um museu de arte, o Musée National des Beaux-Arts du Quebec.

Parlamento de Quebec
Ainda na parte alta, estique até o prédio do Parlamento. O edifício abriga a Assembleia Nacional, com seus 125 parlamentares. Além de deslumbrar a beleza do edifício construído no século 19, o visitante pode fazer um tour gratuito de 30 minutos. Dá para assistir sessões e comissões parlamentares e entender como funciona a política local. Recordações podem ser compradas na lojinha de suvenires e quem quiser esticar a permanência no local pode almoçar ou jantar no restaurante do Parlamento. O salão do Le Parlementaire, todo em beaux-arts (estilo que mescla o renascimento, barroco e o neoclassicismo), serve café da manhã e almoço com um cardápio afiado de comida francesa.

Quartier Petit-Champlain

Já na Cidade Baixa, caminhe, despretensiosamente, pelo Quartier Petit-Champlain. Ele é um charme com vielas estreitas, pequenos bistrôs, cafés franceses, galerias de arte, lojinhas de suvenires e butiques espalhadas por ruas de paralelepípedos. No Natal, o bairro fica especialmente atraente.  A experiência gastronômica por ali é variada. O aconchegante Le Lapins Saute, com paredes de pedra, mesas com toalhas em xadrez, cadeiras de madeira e uma lareira, que se encarrega de aquecer o ambiente, tem como carro-chefe receitas feitas com carne de pato e de coelho.

Prove o Queues de Castor, doce típico do destino

Já para comer o doce mais famoso de Quebec, apelidado de cauda de castor devido ao seu formato, a doceria Queues de Castor prepara a guloseima na hora. Ele lembra a massa de uma rosquinha que ganha um toque especial de acordo com a cobertura escolhida: maple syrup, canela com açúcar, chocolate, geleia… Há vários quioques da franquia Beaver Tails espalhados pela cidade que também oferecem o doce.

Rue Du Tresor

Como o nome já dá a dica, a Rua do Tesouro é uma galeria a céu aberto com muitos artistas expondo seus trabalhos nas paredes de antigas construções. Tudo começou na década de 1960, quando estudantes de artes plásticas começaram a fazer da rua seus ateliês

Tempo extra?

Depois de conhecer a parte histórica, se o roteiro incluir mais alguns dias na cidade, dá para prorrogar os passeios pelos arredores de Quebec

O arredor da cidade é outro prato cheio de opções. Ponto de oração para muitos cristãos, o Santuário de Sainte-Anne-de-Beaupré atrai cerca de um milhão de peregrinos todos os anos. Com capacidade para 450 pessoas sentadas e mais de três mil em pé, o templo é formado por um belo conjunto de vitrais, mosaicos e obras de arte, como uma réplica da clássica obra de Michelangelo, Pietá. O must do lugar é uma estátua de Santa Anne, padroeira local, segurando o menino Jesus.

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A santa também dá nome ao conjunto de desfiladeiros e cachoeiras conhecidos como Canyon Sainte-Anne. Distante 30 minutos de carro do centro de Quebec, é um dos destinos mais procurados no verão. As pontes suspensas colocadas a 60 metros de altura sobre o abismo garantem altas doses de adrenalina. Pertinho dali, outro parque, Montmorency Falls, arremata a atenção com sua cachoeira de 83 metros de altura (bondinhos levam os visitantes até o ponto mais alto da queda d’água).

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